Breves
<br>CDU saúda trabalhadores
A CDU acusou, no passado mês de Novembro, a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz de não ter pago o subsídio de Natal aos cerca de 180 trabalhadores da autarquia. Entretanto, o Executivo PS, face à denuncia feita em comunicado pelos eleitos comunistas, recuou e decidiu de imediato fazer o pagamento do 13.º mês aos trabalhadores.
Com esta tomada de posição, segundo os comunistas fica claro para todos os Reguenguenses, com a CDU no Executivo municipal estas situações não tinham lugar, «porque nós seremos a voz dos que não têm voz, porque seremos uma presença activa e construtiva, pautando a nossa intervenção na defesa dos interesses das populações, dos trabalhadores e do progresso da nossa terra».

Agricultura em discussão
A Federação dos Agricultores do Distrito de Leiria (FADL) realizou, no domingo, mais um debate sobre a reforma da PAC, a OMC e o programa Agrís. Desta vez, a iniciativa dos agricultores, que contou com mais de uma centena de pessoas, realizou-se na Junta de Freguesia de Almoster, concelho de Alvaiázere. Sobre estes três temas intervieram António Ferreira e Edite Luís.
Durante o debate, os agricultores falaram ainda dos problemas locais e das suas dificuldades, como a comercialização do vinho, a baixa dos preços e os custos dos transportes para o abate de animais bovinos.

Requalificar a educação
A Câmara da Moita e o Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente assinaram, recentemente, um contracto programa que estabelece a cooperação técnica e financeira das duas entidades envolvidas na requalificação do espaço escolar no município da Moita que visa a melhoria das imagem e das condições físicas das escolas de 1.º Ciclo do Ensino Básico.
O Programa de Reabilitação do Espaço Escolar surge no âmbito da Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira e vai abranger, até 2006, nove escolas nas freguesias da Baixa da Banheira e do Vale da Amoreira com intervenções ao nível do espaço exterior, edifício e/ou equipamento, num investimento global de 2200 mil euros.

Comunistas no terreno
Os eleitos do PCP na Câmara Municipal de Sesimbra, Junta e Assembleia de Freguesia de Quinta do Conde realizaram, sábado, uma visita à localidade do Casal do Sapo, seguida de um encontro com a população.
Sendo o Casal do Sapo uma área urbana de génese ilegal as preocupações dos sapenses, segundo constataram os eleitos, «prendem-se com um leque variado de questões inerentes a uma área de reconversão onde os problemas são tão vastos, que vão desde o abandono de resíduos sólidos em lotes onde não existe construção, aos buracos nos arruamentos, a segurança de pessoas e bens, as escolas, o abastecimento de água, a prestação de cuidados de saúde», além de outros de interesse geral, como as acessibilidades e os transportes

Poceirão em vigília
A Comissão Pró-Escola do Poceirão, concelho de Palmela, iniciou sexta-feira uma vigília de três dias para reivindicar, ao Governo, uma Escola 2,3 Integrada naquela freguesia, com mais de 500 crianças a frequentar estabelecimentos de ensino de outras localidades e concelhos.

Insegurança em Sintra
A Comissão de Utentes da Linha de Sintra (CULS) entregou, segunda-feira, ao Primeiro-Ministro uma carta aberta na qual considera urgente o reforço da segurança policial nos comboios e estações ferroviárias.
«O reduzido e insuficiente número de agentes tem sido colocado sistematicamente por esta comissão às entidades responsáveis com quem temos tido contactos e temos insistido na necessidade deste corpo de polícias ser dotado com mais efectivos e melhores e mais eficientes equipamentos, como em manter a sua presença e visibilidade nas estações com pessoal de bilheteiras durante o período de funcionamento desta linha», afirma o documento.
Entretanto, na passada semana, os vereadores da CDU, em nota enviada aos órgão de comunicação social, recordaram uma moção aprovada em 2002 pelo Executivo da autarquia. O documento em causa, elaborado pelos comunistas eleitos, salienta, também, entre outras, a falta de segurança nos grandes centros urbanos. «A ter sido posta em prática o que a CDU propunha, há mais de um ano, certamente que a criminalidade não teria o aumento avassalador que se constatou, mas por inércia do Governo de direita e a passividade da coligação PSD/CDS-PP na Câmara de Sintra, esta proposta não se concretizou», lamentam.