Breves
Obras no Vale da Amoreira
O presidente da Câmara Municipal da Moita e os vereadores com pelouros visitaram, na passada semana, a freguesia do Vale da Amoreira com o intuito de acompanhar as obras em curso naquela freguesia.
«A Câmara Municipal está a proceder à requalificação urbana e paisagística do Largo dos Cravos com o objectivo de melhorar as condições de utilização daquele espaço», lê-se numa nota de imprensa, que dá conta que, em Setembro, «vai ficar concluído o novo edifício da Junta de Freguesia do Vale da Amoreira, um edifício moderno, situado no mercado municipal».
Entretanto, o programa de visitas da autarquia comunista em obras em curso ou já concluídas vai ter continuidade em todas as freguesias do concelho da Moita.

Tarde e a más horas
O Partido Ecologista «Os Verdes», que terça-feira, dia 11 de Maio, viu aprovado o seu requerimento para a vinda do ministro da Educação à Assembleia da República, considerou, em nota de imprensa, «lamentável» que os partidos de maioria tenham, no entanto, adiado a sua vinda, que só se verificará na última semana de Maio.
Recorde-se que o concurso de professores para o próximo ano lectivo decorreu com uma série de problemas, já assumidos pelo Ministério da Educação, que levaram a FENPROF a pedir a substituição da equipa ministerial.
Neste sentido, «Os Verdes» sublinham que o descalabro dos concursos, «é revelador não só de falta de sustentabilidade das medidas políticas e das mudanças adoptadas e do desconhecimento da actual equipa, como é também o atestado maior da incompetência do ministro».
Esta opção, segundo os ecologistas, «pode vir a ter consequências não só na vida de milhares de professores, mas também no atraso do arranque do próximo ano lectivo, com prejuízos óbvios para os alunos e suas famílias».

Insegurança na freguesia
Nos últimos tempos a freguesia da Pontinha tem sido alvo de numerosos assaltos. No Bairro do Falcão, por exemplo, sucedem-se diariamente, e em pleno dia, assaltos à mão armada, quer a adultos, quer a crianças e jovens.
Entretanto, e para agravar mais a situação, a esquadra local, vítima do desinvestimento ao nível de meios humanos e logísticos praticado pelo Governo, vê-se limitada na realização de um patrulhamento eficaz em toda a área à sua responsabilidade.
Face a isso, a Assembleia de Freguesia da Pontinha, sob proposta da bancada do PCP, reclamou do Ministério da Administração Interna a tomada de medidas «que visem reforçar os meios locais de segurança, permitindo um policiamento de proximidade e de prevenção e que dê alguma tranquilidade e liberdade de circulação no espaço público à população».

Incapacidade autárquica
O Grupo de Trabalho da CDU da Assembleia Municipal da Vidigueira acusou, na passada semana, a autarquia PS de falta de dinâmica, incapacidade e pobreza de espírito, «já conhecida a nível regional».
Também por isto, os eleitos do PCP, naquele órgão autárquico, chumbaram o Relatório e Contas do exercício de 2003 da autarquia. «A Câmara Municipal recebeu, no ano de 2003, cerca de 5,5 milhões de euros, isto é, cerca de um milhão e cem mil contos. O drama é que a taxa de execução desse dinheiro em termos de investimento é de cerca de 27,5 por cento, ou seja, a paralisia total da Vidigueira perpetrada pelo PS!», repreende a CDU.

Contra incineradora
A Assembleia Municipal de Coimbra rejeitou a construção de uma incineradora no Litoral Centro. Apresentada pelos deputados da CDU, a moção foi aprovada apenas com a abstenção de um eleito do PS.
«Esta não deve ser uma opção de fundo para os resíduos urbanos gerados pelos 36 concelhos que constituem a ERSUC-Empresa de Resíduos Sólidos Urbanos do Centro», refere o documento. A incineração, justifica a moção da CDU, «não garante uma verdadeira valorização dos resíduos numa perspectiva ambientalmente sustentável face ao futuro do planeta».

Tentativa de ilegalidade
Em Monte Abrão, a presidente da Junta de Freguesia propôs, este mês, durante a reunião com os representantes dos partidos políticos concorrentes às eleições para o Parlamento Europeu para discussão da composição das mesas eleitorais, que as mesmas fossem representadas em proporção correspondente à votação nas eleições Legislativas de 2002, na freguesia.
Neste contexto, a CDU decidiu, por isso, não pactuar com tais ilegalidades, e desde já protestar para a Comissão Nacional de Eleições e não participar em qualquer reunião até esclarecimento total desta injustiça.