Breves
Reféns libertados
De acordo com informações avançadas terça-feira pela cadeia de televisão Al-Jazeera, confirmadas entretanto pelo ministro italiano das Políticas Comunitárias, Rocco Buttiglione, as duas italianas feitas reféns no Iraque foram libertadas.
Simona Tarretta e Simona Pari, que cumpriam uma missão humanitária integradas na organização «Uma Ponte para Bagdad», foram entregues na embaixada transalpina na capital do Iraque.
Simultaneamente, foram liberados do cativeiro em que se encontravam desde o passado dia 7 de Setembro os dois iraquianos que cooperavam com a organização romana.
Na segunda-feira, dois outros reféns foram postos em liberdade. Aos indivíduos de nacionalidade egípcia poderão seguir-se outros dois iraquianos, sequestrados quarta-feira da semana passada, pelo mesmo grupo no sul do país

Nigéria pode parar
O Congresso dos Trabalhadores da Nigéria ameaçou convocar uma a nova greve geral, desta vez por tempo indeterminado, caso o governo do país não reconsidere o aumento em cerca de 15 por cento do preço dos combustíveis.
O responsável sindical, Adams Oshiomole, afirmou que se a medida aprovada pelo executivo, na passada semana, não for retirada, os trabalhadores irão mesmo parar a partir do dia 11 de outubro.
Recorde-se que um aumento semelhante provocou, em Junho, uma gigantesca paralisação laboral com particular expressão entre os funcionários públicos e na capital, Lagos.

Cuba e Venezuela cooperam
No seguimento do acordo de cooperação estabelecido em 2000 entre Cuba e a Venezuela, os líderes dos dois Estados assinaram, sábado da semana passada, mais de uma centena de novos protocolos de cooperação entre os dois países.
Os protocolos solidificam, em outros 15 sectores de actividade, o já existente intercâmbio e ajuda mútua em áreas como a saúde, o ensino, o desporto ou o fornecimento de Hidrocarbonetos.

O povo não quer armas
Milhares de pessoas saíram à rua em Taipé, na Formosa, para protestar contra a compra de mais equipamento militar aos EUA.
A reacção popular surge no seguimento do anúncio do governo de que iria reforçar a aquisição de novos equipamentos de fabrico norte-americano com vista ao fortalecimento das forças armadas do país.
A oposição discorda da medida porque entende que tal pode ser encarado como um acto de provocação à China, país que reclama o direito territorial sobre a ilha.