Breves
Congresso
A USP, União dos Sindicatos do Porto, realiza, dia 4 de Outubro, naquela cidade, o seu 7.º Congresso subordinado ao tema, «Por uma região produtiva com emprego, direitos e justiça social». Os sindicalistas vão debater a situação na região, seriamente assolada por altos índices de desemprego numa altura em que muitos sectores têm bloqueada a negociação colectiva, e apresentar alternativas à política do Governo que garantam a criação, manutenção e a dignificação dos postos de trabalho e um verdadeiro desenvolvimento para a região do Porto.


Alerta
O Presidente da República recebeu, no dia 23, da direcção da USP, uma carta aberta onde o exorta a pôr cobro à destruição e privatização do Serviço Nacional de Saúde, uma vez que ele «é o garante do cumprimento do preceitos constitucionais, incompatíveis com o aumento de taxas moderadoras e a destruição do SNS», lê-se na missiva. Durante a «Presidência Aberta», uma delegação foi ao encontro de Jorge Sampaio para apresentar o documento, onde salienta a importância insubstituível do SNS para os trabalhadores e a população, e critica a empresarialização de hospitais, a entrega de unidades de saúde ao sector privado, a precariedade laboral e a redução de postos de trabalho e de direitos. Recorda que as taxações de consultas fizeram os portugueses pagar mais para ter acesso aos cuidados e dá depois exemplos de situações onde «o panorama não é animador»: Santo António SA, a Unidade local de saúde de Matosinhos, o IOP, o Centro Hospitalar de Gaia, os Centros de Saúde, o hospital São João, o Padre Américo e a Entidade Reguladora de Saúde.

25 anos
A USDE, União dos Sindicatos do Distrito de Évora, previa celebrar ontem as suas bodas de prata no palácio D. Manuel, naquela cidade. O programa previa pela manhã a realização de um plenário distrital de sindicatos, e durante a tarde, uma sessão solene comemorativa com intervenções de individualidades que terão integrado a comissão de honra, um «reconhecimento» aos ex-dirigentes da União, e uma intervenção do secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva.