Breves
Solidariedade com jornalistas
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) abriu uma conta de solidariedade para com as famílias dos jornalistas vítimas do maremoto que afectou o Sudeste asiático. A conta do Barclays Bank com o número 0032 0109 0020 0029 764 07 destina-se a recolher donativos para ajuda humanitária às famílias das vítimas, e não está sujeita a qualquer custos de transferência bancária.
A iniciativa do SJ é uma resposta a um apelo feito pela Federação Internacional dos Jornalistas, que abriu um fundo especial para o apoio às famílias das vítimas. Na Indonésia há 25 jornalistas desaparecidos, e na província de Aceh, toda a redacção do diário «Serambi Indonésia», composta por 80 jornalistas, está dada como desaparecida.
No entanto, sublinha o Sindicato dos Jornalistas na sua página na Internet, «as previsões apontam para um número muito superior de jornalistas desaparecidos na totalidade dos países afectados pelo maremoto e para um número muito maior de jornalistas que perderam familiares e bens».

Investir no futuro
A Assembleia Municipal de Estremoz aprovou, por maioria, as Grandes Opções do Plano e o Orçamento da Câmara (CDU) para 2005, cujo o valor ascende a 27 milhões de euros. Os dois documentos foram aprovados com os votos a favor dos autarcas das CDU e dos presidentes das juntas de freguesia, a abstenção do PSD e do PS e um voto contra (PSD).
O município prevê para 2005 criar a zona industrial de Arcos, a futura área da grande industria do concelho, a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e a conclusão do pavilhão multiusos no parque de feiras e exposições.
Além da conclusão das obras do centro cultural, a autarquia comunista pretende também beneficiar e recuperar as escolas do primeiro ciclo do concelho, assim como valorizar as muralhas e continuar as obras de arranjo urbanístico do Rossio Marquês de Pombal.
Na área do desporto, a Câmara prevê colocar no Estádio Municipal um piso de relva sintética e construir uma pista de atletismo.

Apoio à população
A Câmara Municipal de Constância assinou, no passado mês de Dezembro, um acordo de colaboração com os Bombeiros Voluntários locais para melhorar o apoio à população do concelho. Segundo uma nota da autarquia, distribuída aos órgãos de comunicação social, a Câmara Municipal compromete-se a apoiar financeiramente acções que os bombeiros irão desenvolver, nomeadamente de limpeza e desobstrução de vias e caminhos municipais, desimpedindo da rede de colectores de águas pluviais, combate a incêndios e a outras situações de emergência.
Por seu lado, os bombeiros passarão a colaborar com os serviços municipais, a colocar sinalização de emergência e a abastecer a população de água em caso de ruptura dos sistemas públicos, comprometendo-se ainda a corporação a melhorar o funcionamento de serviço como o transporte de doentes.
A Câmara Municipal de Constância irá ainda comparticipar nas despesas com obras de beneficiação, reconstrução ou ampliação da sede dos bombeiros, aquisições e manutenção de equipamentos de combate a incêndios e socorro a pessoas e bens.

Atentado à saúde
Apesar da sua representação ser minoritária na Assembleia de Freguesia de Palmela, a CDU aprovou, na passada semana, duas moções, uma contra o encerramento do SAP e outra contra o a co-incineração na Arrábida.
«Considerando que o encerramento, a partir das 22 horas, do Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde de Palmela se trata de uma medida que claramente tem vindo a prejudicar os munícipes do concelho, nomeadamente os grupos socialmente mais desfavorecidos(...), a Assembleia de Freguesia deliberou manifestar a sua solidariedade com a população de Palmela, injustamente penalizada pelo Governo PSD/CDS-PP com o encerramento do SAP», relata o documento.
Sobre a intenção de retomar o processo de co-incineração de resíduos tóxicos e perigosos, a moção da CDU destaca que «o retomar deste processo significaria mais que um atentado ambiental, um atentado ao desenvolvimento turístico dos concelhos de Palmela, de Setúbal, e ao da própria região, e sobretudo um atentado à saúde de milhares de pessoas».

Preocupações ambientais
O Partido Ecologista «Os Verdes» acusou a Câmara de Amares e a Junta de Freguesia de Caires de porem em causa a qualidade da água local ao construírem um cemitério sem estudo de impacto ambiental.
Após ter visitado o local, Celso Ferreira, dirigente de «Os Verdes», explicou que o cemitério em construção naquela freguesia «possui os lençóis de água e os poços, pondo em causa quer as regras em terreno agrícolas quer as águas usadas para consumo doméstico.