Professores rejeitam responsabilidades
Os professores estão indignados com as afirmações do secretário de Estado, Valter Lemos, que acusou um quinto dos docentes de terem cometido erros na formulação da candidatura ao concurso para o próximo ano. A Fenprof e o Sindicato dos Professores da Região Centro, em comunicados de dia 22, acusaram o ME de ser o verdadeiro culpado pelos erros.
O SPRC especifica as falhas, nomeadamente o facto de o manual de instruções só ter ficado disponível em cima da hora, com instruções dúbias e alterações introduzidas já durante a candidatura.
A data de profissionalização é determinada no manual de instruções para as escolas, como sendo a publicada no Diário da República, enquanto o manual de instruções dos candidatos referia que se especificasse a data em que a profissionalização produz efeitos. Embora o manual refira que estas candidaturas devem ser validadas , mesmo que seja omisso o estabelecimento em que o docente realizou a formação inicial, muitas acabaram anuladas. Os sindicatos deram estes e outros exemplos e exigem que destas situações não decorram quaisquer prejuízos para os professores.

Defender o pré-escolar

Continua a decorrer a campanha nacional em defesa da rede pública de educação pré-escolar, promovida pela Fenprof, com a parceria da Associação de Profissionais de Educação de Infância, da CGTP-IN e do Movimento Democrático de Mulheres.
Esta iniciativa pretende alertar para a importância do alargamento da rede pública de jardins de infância, criando-se condições para que todas as crianças possam frequentar aquela educação em estabelecimentos público, gratuitos e de qualidade. Foi emitido um primeiro folheto, onde se especifica aos pais a função educativa daquele tipo de ensino. Até dia 22, decorreram acções de rua, com a distribuição do documento à população.


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