Viabilizar a Sorefame
Concentrados à porta das instalações na Venda Nova, Amadora, dezenas de trabalhadores despedidos da Bombardier, ex-Sorefame deram, dia 13, o prazo de uma semana ao Governo para obterem garantias efectivas de trabalho, caso contrário adoptarão novas formas de luta. Em declarações à imprensa, o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos, António Tremoço, manifestou a preocupação dos trabalhadores com o seu futuro e considerou que o processo da Bombardier tem sido uma vergonha por estar a arrastar-se há dois anos sem que a empresa reabra.
No dia anterior, representantes dos trabalhadores estiveram reunidos com representantes do Governo que assumiram o compromisso de abertura, a fim de criar um centro de montagem e reparação de material circulante mas não foram dadas garantias nem prazos para a retoma da laboração.
Para esta semana estava prevista nova reunião, também com representantes da CP, empresa que assumiu a responsabilidade de recuperar as instalações.
Os trabalhadores estão determinados em regressar à luta e ponderam uma concentração e vigília junto do Ministério dos Transportes.


 Versão para imprimir            Enviar este texto            Topo

Outros Títulos: