COMÍCIO
DA FESTA
Grandioso comício de encerramento
A Festa de um Partido mais forte
A tarde estava quente – escaldante! – mas isso não impediu que muitos milhares de comunistas se concentrassem junto ao palco 25 de Abril para o grandioso comício de encerramento da Festa do Avante!. Grandioso pela sua dimensão, grandioso pela mensagem que transporta, grandioso ainda e sempre por ser o comício da Festa, edificada abnegadamente pela vontade e pela militância do seu grande construtor, o colectivo partidário.

A cada ano que passa o comício parece-nos maior. Não é só o relvado a estar inundado por um mar de bandeiras vermelhas com foices e martelos cruzados. A maré estende-se pelas grandes alamedas da Quinta da Atalaia e pelos recantos dos stands das organizações. Flutuam bandeiras até onde a vista alcança…
De todos os locais partem desfiles, que desaguam uns nos outros e todos desembocam no palco com nome de liberdade. Tambores, cravos, bandeiras, e confiança, muita confiança. «Assim se vê a força do PC!», afirma-se. E cerram-se os punhos.
No palco, arrumam-se os convidados estrangeiros, os membros do Comité Central, dos seus organismos executivos e da Comissão Central de Controlo, representantes da Direcção Nacional da JCP e da Festa do Avante!.
Perante esses milhares de comunistas – que persistiam em resistir ao calor – Ana Sofia Correia, dirigente da JCP, deu início às intervenções, seguida pelo director do Avante! e membro da Comissão Política, José Casanova, e por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP (cujos discursos publicamos na íntegra nas páginas seguintes).

Afirmou o secretário-geral, no seu discurso, que este foi – pelo menos desde há quinze anos a esta parte – o ano em que se registaram mais entradas para o Partido, acima dos 3 mil novos militantes. Daí o comício nos ter parecido maior. Tal como a Festa.


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