«Adriano Aqui e Agora»

Encontra-se à venda nos escaparates discográficos desde o passado dia 15 de Outubro a colectânea intitulada «Adriano Aqui e Agora – O Tributo», editada com o propósito de homenagear Adriano Correia de Oliveira no 25.º aniversário da sua morte.
O trabalho tem a chancela da Movieplay, detentora dos direitos discográficos sobre a obra de Adriano, e foi realizado em colaboração com o radialista da Antena3 Henrique Amaro.
Tim, Raquel Tavares, Celina da Piedade, Shahryar Mazgani, Vicente Palma, Miguel Guedes, Margarida Pinto, Sebastião Nunes e Valete são alguns dos artistas que emprestam a sua voz e música a 14 temos marcantes da carreira de Adriano.


Ministro satisfeito com co-incineração

O Supremo Tribunal Administrativo indeferiu, segunda-feira, a providência cautelar interposta pela CM de Coimbra a respeito da co-incineração na cimenteira de Souselas.
Com esta decisão, o Supremo contraria as deliberações anteriores do Tribunal Central Administrativo do Norte e do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, instâncias que atenderam as razões da autarquia e, sobretudo, da populações da freguesia que há anos se manifestam contra a solução teimosamente defendida pelo actual e por anteriores governos.
O ministro do Ambiente, Nunes Correia, mostrou-se satisfeito com a «luz verde» à queima de resíduos perigosos em Souselas e classificou a decisão judicial como de «bom senso», mas os habitantes da localidade não partilham a opinião do responsável governamental.


Portugueses pouco confiantes

A confiança dos consumidores portugueses voltou a atingir um mínimo histórico, revelou o Instituto Nacional de Estatística.
Segundo dados divulgados pelo INE, os portugueses, inquiridos durante o mês de Outubro, revelaram pouca confiança na melhoria da sua capacidade aquisitiva e na evolução positiva do crescimento económico.
O desemprego galopante, as falsas promessas do Governo quanto à criação de postos de trabalho, a falta de perspectiva de poupança das famílias ou de aquisição de habitação própria, são algumas das razões apontadas para o recuo do índice de confiança dos consumidores para níveis só comparáveis aos registados em Março de 2006.


Argumentistas param Hollywood

Ao fim de mais de onze horas de maratona negocial, realizada no domingo, entre representantes da industria cinematográfica e de televisão e o sindicato dos argumentistas, a estrutura laboral norte-americana decretou que os seus 12 mil filiados estão em greve até que os patrões cedam às respectivas exigências.
Em causa estão compensações financeiras devidas aos argumentistas em função das reproduções de filmes e séries na televisão e a comercialização dos mesmos materiais na Internet e em DVD.
Programas com recordes de audiência nos EUA como «The Daily Show» ou «The Conan O´Brien Show» são os primeiros a sofrer as consequências da greve dos trabalhadores, uma vez que dependem diariamente dos argumentistas. Quanto aos filmes, as companhias devem recuperar os argumentos que mantêm de reserva, mas se a paralisação se prolongar por muito tempo, Hollywood enfrentará uma crise semelhante à de 1988, quando 22 semanas de paralisação custou aos magnatas do cinema e da televisão 500 milhões de dólares.


Colom presidente

Àlvaro Colom foi eleito, domingo, presidente da Guatemala. O candidato apoiado pela Unidade Nacional da Esperança venceu nesta segunda volta das presidenciais o concorrente sustentado pela direita, o general Otto Pérez Molina.
Num sufrágio marcado pela abstenção - cerca de 65 por cento dos 5,9 milhões de guatemaltecos aptos a votar não compareceu às assembleias de voto – Colom garantiu mais de 52,5 por cento dos boletins contra os cerca de 47,5 granjeados por Molina.
A escolha presidencial na Guatemala foi o sexto escrutínio, desde 1986, em que o povo foi chamado a participar no sufrágio directo. Entre 1954 e 1986, a Guatemala foi governada por sucessivas ditaduras militares.


Musharaf em maus lençóis

O presidente do Paquistão Pervez Musharaf enfrenta a contestação interna e externa depois de ter decretado, sábado, o estado de excepção em todo o território e ter anunciado a intenção de adiar as eleições no país, inicialmente previstas para Janeiro de 2008.
O tom das críticas a Musharaf elevou-se na segunda-feira quando uma manifestação de advogados foi violentamente reprimida pela polícia. Os advogados juntaram-se aos juízes, aos jornalistas e à maioria dos dirigentes e activistas da oposição na contestação a Musharaf depois do presidente ter sido reeleito por sufrágio indirecto para novo mandato, processo sobre o qual o Supremo Tribunal do país se deverá pronunciar nos próximos dias.
Mais de um milhar de pessoas foram já detidas pela polícia e pelo exército. Está imposta a censura aos órgãos de comunicação social.


Resumo da Semana