Breves
EUA
Cerca de 60 milhões de norte-americanos não têm dinheiro para aceder a assistência médica adequada. De acordo com os números avançados pelo The New York Times, citados pela Prensa Latina, aos 47 milhões de pessoas sem seguro de saúde, e, por isso, na margem dos cuidados de saúde, acrescem aqueles cuja assistência não se encontram coberta, pelo que, ou garantem recursos próprios, ou endividam-se, ou pura e simplesmente não se tratam por falta de dinheiro.
Ainda segundo o diário nova-iorquino, a situação agravou-se consideravelmente em relação ao ano de 2003, quando um estudo semelhante cifrava em 36 milhões o número de cidadãos arredados do serviço de saúde.

Nuclear
A República Popular Democrática da Coreia cumpriu os termos do acordo celebrado em Setembro de 2005 com os EUA, a China, a Rússia, a Coreia do Sul e o Japão, ao proceder, sexta-feira, 27, à implosão da torre de refrigeração da central atómica de Yongbyon.
A destruição de parte das estruturas daquele complexo nuclear ocorreu um dia depois do governo de Pyongyang ter enviado aos homólogos de Pequim um dossier contendo as informações detalhadas sobre o programa em curso no país, tal como era exigido nos termos do referido acordo.
Apesar dos passos dados pela RPDC para a desnuclearização da península coreana, o presidente norte-americano insiste em ameaçar o país com novas sanções.
George W. Bush disse, quinta-feira, 26, que os EUA responderão «com firmeza» caso a Coreia do Norte pretenda prosseguir o enriquecimento de urânio.
O governo da RPDC só poderá sair do isolamento se desmantelar o seu programa atómico e cumprir todos os requisitos subscritos entre as partes, insistiu.
Aos gestos de pacificação empreendidos, Pyongyang espera que Washington responda com o levantamento das sanções imposta unilateralmente, com o fim das manobras militares e de espionagem contra o território, e com a retirada da RPDC da «lista negra» de países que, segundo a Casa Branca, apoiam o «terrorismo».