Grândola
Tribunal suspende despejo do PCP
O despejo do Centro de Trabalho do PCP de Grândola foi suspenso, na semana passada, pelo Tribunal de Beja, que se pronunciou favoravelmente à providência cautelar entregue no dia 3 de Julho pelo Partido. Recorde-se que o prazo legal para os comunistas abandonarem o edifício, caso a intenção da autarquia tivesse prevalecido expirava no dia 4 de Agosto.
Entretanto, o PCP entregou na Câmara Municipal de Grândola um abaixo-assinado com mais de 2 300 assinaturas contra o despejo. Os signatários apelam a ambas as partes para que «através do diálogo e num esforço conjunto encontrarem uma solução que vá ao encontro dos legítimos interesses da Câmara Municipal, do PCP e do povo de Grândola». Uma solução que, acrescentam, salvaguarde o património e dignifique o nome de «Grândola, vila morena, terra da fraternidade, terra de Abril».
Os signatários consideram-se ainda «conhecedores da intenção da Câmara Municipal de de utilizar o espaço actualmente arrendado pelo PCP para Centro de Trabalho» e também da «disponibilidade do PCP para encontrar uma solução alternativa e digna para ambas as partes».


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