Cuba
50 anos de revolução
Na exposição dedicada aos 50 anos da revolução cubana, os visitantes da Festa puderam conhecer a história da luta na ilha socialista contra o colonialismo, com destaque para o papel de José Martí, fundador do Partido Revolucionário Cubano, morto em combate pela independência.
Após a morte de Martí, outros camaradas prosseguiram a batalha que, no final do século XIX , preste a obter êxito, enfrentou a intervenção dos EUA. Começa a sabotagem norte-americana contra as aspirações populares e inicia-se um período de tutela da nação vizinha, que abusa do território e dos recursos de Cuba com a complacência das oligarquias que governam o país em prol dos interesses da superpotência capitalista.

Conquista histórica

Foi depois da revolução socialista, em 1959, e do derrube do governo de Fulgência Batista, que Cuba recupera o caminho da soberania. Começa a ser cumprido o Programa de Moncada, com o fim da discriminação racial, a reforma agrária, a nacionalização dos principais sectores, medidas inaceitáveis para Washington que, organiza a resposta contra-revolucionária e terrorista contra Cuba e o seu povo, e impõem um criminoso bloqueio que até hoje representa um garrote ao pleno desenvolvimento do país. Mais recentemente, as leis Torricelli e Helms-Burton, a subsidiação aberta de mercenários e o sinistro Plano Bush agudizaram a política de ingerência e terrorismo de Estado.
Apesar das dificuldades, das permanente agressões e atropelos, Cuba socialista é hoje um exemplo para muitos povos do mundo. Erradicou o analfabetismo e a subnutrição; o sistema de saúde gratuito é dos melhores do mundo e a esperança média de vida é incomparável com a registada antes da revolução. Direitos essenciais como a habitação e o emprego são levados à prática afirmando que, mesmo ante a mais acirrada ingerência, é possível construir uma sociedade mais justa e fraterna.


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