Garantir uma gestão transparente
Paredes, Oliveira do Bairro, Faial e Leiria
Uma vida melhor para todos
A CDU apresentou no dia 29 de Setembro o seu Programa Eleitoral para o concelho de Paredes. Educação, urbanismo, ambiente e cultura são algumas das áreas que a Coligação promete intervir.
«A CDU possui uma experiência profunda de um trabalho autárquico ao serviço das populações e em permanente diálogo com elas», afirmou, em conferência de imprensa, José Calçada, cabeça de lista à autarquia, lembrando que a força que representa «governa dezenas de câmaras por todo o País e centenas de juntas de freguesia». «Todos reconhecem, até os nossos adversários políticos, que desenvolvemos em todas elas [autarquias] um trabalho exemplar – sob o lema “trabalho, honestidade e competência”. Mesmo no nosso concelho, é possível a CDU ganhar as eleições autárquicas», acrescentou o candidato, dando como exemplo Parada de Todeia, «onde há quatro anos até passámos de maioria relativa para maioria absoluta e onde, pela primeira vez, até fomos os mais votados quer para a Câmara, quer para a Assembleia Municipal».
Nesse sentido, José Calçada apelou ao reforço na votação da CDU. «Pelo estilo de trabalho que é típico dos eleitos da CDU, a presença de um vereador da CDU na Câmara de Paredes faria dela uma autarquia completamente diferente – demonstrando que é possível viver melhor em Paredes», sublinhou.

Compromissos com futuro

Em Oliveira do Bairro, a CDU apresentou compromissos que passam pelo «ordenamento do território, urbanismo, ambiente, redes viárias e transportes», «saúde, solidariedade social e segurança das populações», «educação, cultura e desporto», «dinamização económica», «serviços municipais» e «actividade autárquica».
«No balanço da actividade autárquica até agora desenvolvida, ressalta a evidência de que as rotinas e as políticas condicionadas pelas disputas entre PSD e o CDS têm relegado para segundo plano a resolução dos verdadeiros problemas do concelho, como são exemplo: o atraso da construção da Alameda, o abandono da antiga cerâmica Rocha, a desvalorização do Museu Etnomúsica, a indignidade do Mercado da cidade, o esquecimento dos Barreiros de Bustos e do novo Centro de Saúde, a falta de medidas preventivas de acidentes nos cruzamentos perigosos de Perrães e do Silveiro, a demora da requalificação de zonas nobres das localidades, entre muitos outros», disse, na ocasião, Artur Ramísio, cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal.

«Novos Rumos»

No Faial, Açores, a CDU tem como objectivo central a criação de um poder autárquico que saiba definir e aplicar «Novos Rumos para o Faial». «Esses “Novos Rumos” são para nós encarados como a evolução natural da primeira mudança verificada e que resultou da ruptura com a situação de maioria absoluta de um só partido», explica a Coligação, que luta para crescer, «não para dominar sozinhos, mas para criar um impulso democrático que permita, de uma forma também plural, fazer com que, na nossa ilha, se possa construir uma sociedade melhor, mais equilibrada, mais desenvolvida, sabedora e orgulhosa da sua identidade e da sua história, defensora de uma boa qualidade de vida, onde apeteça viver e trabalhar, criar os filhos e ajudar a criar os netos». «Pretendemos que na nossa ilha haja capacidade para assegurar o futuro dos jovens, haja vontade de construir a justiça social e haja orgulho em aperfeiçoar e aprofundar, sempre, a liberdade que a Constituição nos assegura», acrescenta a CDU do Faial.

A voz que faz falta

Em Leiria, a CDU quer «garantir uma gestão transparente, nomeadamente criando um registo de interesses dos eleitos e novos mecanismos de participação nos principais projectos municipais e na elaboração dos planos e orçamentos». Pretende ainda «aprofundar a intervenção dos cidadãos e a modernização e simplificação administrativas», «melhorar o atendimento público desconcentrando serviços, com prioridade à criação de delegações municipais nas freguesias de Maceira, Caranguejeira, Monte Redondo e Marrazess», «aperfeiçoar a descentralização de competências para as freguesias» e «criar o Conselho da Cidade de Leiria, integrando a Câmara Municipal e as juntas de freguesia urbanas, como órgão harmonizador da gestão da cidade».
Para a área da educação e ensino, a Coligação promete trabalhar para «expandir a rede pública de educação pré-escolar, nomeadamente nas freguesias urbanas», «criar as condições necessárias a uma componente social de qualidade: refeitórios e actividades de tempos livres com pessoal qualificado», «dotar os jardins-de-infância e as escolas do 1.º ciclo do ensino básico com equipamentos, material didáctico e pedagógico em falta» e, entre outras medidas, «requalificar o parque escolar e os espaços existentes».
Relativamente ao desporto, juventude e tempos livres, a CDU vai, com o voto das populações, «desenvolver o Parque Escolar de Leiria, com um grande pavilhão de desportos e equipamentos para a prática espontânea de desporto», «apoiar o desenvolvimento do complexo desportivo da Carreira de Tiro/Marrazes», «construir recintos desportivos nos bairros urbanos e polidesportivos nas outras freguesias», «concluir a rede de pavilhões desportivos e de piscinas de aprendizagem», entre outros.
A CDU de Leiria tem ainda propostas para a «cultura e património», para o «urbanismo, habitação e qualidade de vida», para a «rede viária, trânsito e transportes», para a «acção social e saúde», para o «desenvolvimento económico e abastecimento público» e para o «ambiente e saneamento básico».

«Albufeira é a nossa terra»

Com o lema «Para uma vida melhor em Albufeira», a CDU apresenta-se às eleições autárquicas com uma equipa de homens, mulheres e jovens norteados pelo sentimento de tudo fazerem em prol de um real desenvolvimento do concelho. «A política errada de fazer do turismo o exclusivo da actividade económica do concelho, com a destruição das pescas, da agricultura e a incapacidade de trazer para Albufeira novo investimento produtivo, traduz-se agora numa fraqueza, bem expressa nos indicadores do desemprego», acusa, no seu Programa Eleitoral, a Coligação, que afirma que «é preciso uma outra política, uma outra visão do desenvolvimento do concelho e da região».
A CDU tem por isso Programa Eleitoral onde recenseia um conjunto de aspectos, que vão desde o «turismo» até à «Protecção Civil e segurança das pessoas», passando pela «economia e desenvolvimento», «praias, acessos e ambiente», «obras do POLIS», «habitação», «gestão e serviços camarários», «desporto, associativismo e movimento popular», «educação, ensino e juventude» e «saúde, apoio à 3.ª idade e políticas sociais».

A escolha certa em Odivelas

«É tempo de interromper a concepção de um desenvolvimento assente no betão e na construção desenfreada», afirma a candidatura da CDU ao concelho de Odivelas no programa que está a distribuir aos munícipes. Para a Coligação, é «tempo de colocar a Câmara ao serviço de todos os que escolheram viver, estudar e trabalhar em Odivelas».
Prometendo «tolerância mínima a mais betão», a CDU assume o compromisso de «implementar uma política de grande contenção na aprovação de mais loteamentos e construções». Em alternativa, defende a reconversão e requalificação do que considera «áreas críticas», a agilização da legalização das áreas ilegais e a erradicação das barracas.
O reforço da rede de transportes públicos de forma a cobrir as necessidades das populações é outra das grandes linhas do programa da CDU para Odivelas, sendo, para isso, necessário interceder junto da Carris, da Rodoviária de Lisboa e do Metro. Da Carris exige-se fundamentalmente a reposição dos percursos anteriormente cobertos pelas carreiras 7 e 36, bem como a 101. Deverá ainda ser criada uma rede complementar de transporte rodoviário entre bairros e freguesias bem como prolongada a rede do Metro para dentro das freguesias de Odivelas, Ramada e Póvoa de Santo Adrião.
Outra questão sensível em Odivelas prende-se com os serviços de saúde. A CDU defende, no seu programa, a firme exigência junto do Governo da construção do Hospital Loures/Odivelas, com valência de maternidade e inserido no Serviço Nacional de Saúde. Para além da colocação, nos centros de saúde do concelho, dos médicos, enfermeiros e meios complementares de diagnósticos previstos na lei.
No programa, a Coligação enumera um conjunto de equipamentos e parques a serem construídos ou requalificados.


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