JCP em defesa da escola pública

A pretexto do alargamento da obrigatoriedade de frequência escolar para os menores de 18 anos, o Governo procedeu a um chamado reordenamento da rede escolar de todos os níveis e ciclos de ensino até ao final do ensino secundário.

Para a JCP, esta medida, imposta aos professores, estudantes, pais e autarcas visa «continuar a abrir caminho a uma profunda desfiguração da escola pública ao arrepio da Lei de Bases do Sistema Educativo e da Constituição da República».

«Orientados por critérios economicistas mas também programáticos, querem subverter e fragilizar a escola pública e acelerar a sua privatização. A constituição de mega-agrupamentos de escolas – de primeiro ciclo até ao ensino secundário – é sinónimo de aglomeração e concentração dos meios materiais e humanos das escolas, que são já hoje claramente insuficientes: faltam funcionários, faltam psicólogos, faltam técnicos, em muitos casos, ao contrário do que diz o Governo, faltam professores», acusam, em comunicado, os jovens comunistas, lembrando que «esta imposição» do Executivo PS «não tem qualquer base científica ou pedagógica», sendo «apresentada através de uma falsa negociação».

 



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