Os prisioneiros mapuches que no passado dia 12 de Julho iniciaram uma greve de fome cumpriram, esta semana, cinquenta dias de luta. Neste momento encontram-se inseridos nesta forma de reivindicação cerca de 32 detidos.
Os mapuches exigem a não aplicação da Lei antiterrorista, a não acumulação de processos civis e militares, o fim das farsas político-judiciais e a desmilitarização das respectivas comunidades, que se mantêm insurrectas face às multinacionais que pretendem ocupar as suas terras.
No último ano, mais de 200 membros da comunidade mapuche - particularmente flagelada pela pobreza, pelo desemprego e pela falta de assistência médica – encontram-se presos nos cárceres chilenos, 60 dos quais sem qualquer garantia de um julgamento imparcial e 58 acusados ao abrigo da Lei antiterrorista.
O Partido Comunista da Índia (marxista) expressou profundas preocupações pelos recentes acontecimentos no território, na sequência dos quais um jovem acabou por morrer e pelo menos outros 15 resultaram feridos.
«O constante recurso a cargas policiais, a tiroteios e ao disparo de granadas de gás lacrimogéneo contra manifestantes acirra os ânimos e adia a busca de uma solução para a questão de Cachemira», considerou o PCI(m).
Os comunistas exigem ainda que uma delegação multipartidária visite o território e inicie de imediato conversações com todos os sectores sem qualquer condição prévia.
O PCI(m) insta ainda os governos indiano e da região a envidarem esforços para promover o diálogo construtivo no caminho de uma paz justa.
O jornalista Israel Zelaya foi assassinado na noite de terça-feira, 24, com três tiros na cabeça. Desde o golpe de Estado já foram abatidos pelo menos dez jornalistas no país e reportadas mais de 300 queixas de profissionais do sector.
Zelaya, de 62 anos, funcionário da Rádio Internacional de São Pedro Sula, já havia sido ameaçado de morte. Há três meses a sua casa foi incendiada por desconhecidos.
A guerra no Iraque já provocou mais de 4200 mortos entre as tropas norte-americanas. Segundo as estatísticas oficiais, a estes juntam-se mais de 30 mil feridos e mutilados de guerra, e milhares de soldados com graves problemas psicológicos.
Cerca de um milhão e meio de homens e mulheres passaram pelo Iraque em sete anos de ocupação e guerra imperialista. 57 por cento cumpriu pelo menos um serviço em zona de combate e 31 por cento cumpriu pelo menos duas campanhas naquele contexto.
Um estudo da revista de medicina militar afirma que 62 por cento dos mobilizados necessita de terapia.
A população das regiões pertencentes à antiga República Democrática Alemã tem como principais preocupações o desemprego, a precariedade laboral, a insuficiência dos respectivos rendimentos e a insegurança social.
Os dados recentemente apurados, publicados na imprensa germânica, indicam que menos de 10 por cento dos residentes no Leste do país dizem-se confiantes no futuro. O caso não é para menos, uma vez que entre os novos pobres da rica Alemanha está um quinto dos antigos cidadãos da RDA e somente 4 por cento dos cidadãos da extinta RFA.
Quanto ao desemprego, no Leste o índice é o dobro do registado no Oeste.
Antes da reunificação, 80 por cento dos alemães da República Democrática diziam-se optimistas quanto ao futuro. Já em 1993, somente 39 por cento das mulheres e 51 por cento dos homens aprovava as mudanças políticas verificadas.
A oposição ocupa 75,4 por cento do espaço de propaganda nos canais televisivos de sinal aberto do país, informou o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
Durante os primeiros quatro dias de campanha para o sufrágio que se realiza a 26 de Setembro, três terços da publicidade eleitoral foi dedicada à direita, facto que desmascara a campanha que acusa o governo bolivariano de instalar uma ditadura e controlar os meios de comunicação social
Os canais inseridos na amostram foram a Globovisión, Meridiano TV, Televen, Venevisión, Tves e Venezuelana de Televisão. As duas últimas são propriedade do Estado.





