«Significativamente, a dramatização política que o Governo, o PS e o PSD já iniciaram (...), em nada indicia que estejam disponíveis para mudar as regras do jogo e exigir que a UE não insista em cegamente prosseguir [nas] políticas neoliberais de precarização das sociedades europeias [só para] dar mais dinheiro (...) aos agora chamados “mercados”.»

(São José Almeida, Público, 19.03.11)

 

«Extraordinário, ouvir um primeiro-ministro ou um ministro das Finanças festejarem a diminuição do défice público como se se tratasse de um feito. Como não haveria ele de diminuir com o assalto que está em curso ao bolso dos portugueses?»

(Rafael Barbosa, Jornal de Notícias, 21.03.11)

 

«Os nossos lobos com pele de cordeiro [o Governo de José Sócrates] impõem-nos medidas de austeridade tão brutais como as do FMI, mas o dinheiro continua a ser emprestado a taxas de juro ruinosas»

(Idem, ibidem)

 

«O PSD diz que é obsceno congelar as reformas mais baixas. Então por que razão é que o PSD votou, de forma também obscena, o congelamento dessas pensões em 2011?»

(Honório Novo, ibidem)

 

«Portugal perdeu a face. O [novo] PEC jamais sairá do papel.»

(Joana Amorim, Jornal de Notícias, 19.03.11)

 

«Prestações sociais caem pela primeira vez em décadas / Medidas do Governo provocaram uma quebra de 0,2% nos gastos com prestações sociais, onde estão pensões, abonos e subsídios de desemprego.»

(Título e pós-título, Diário de Notícias, 18.03.11)

 

«Se num período de recessão económica os governos não implementarem programas de estímulo, quem o fará?»

(Domingos Ferreira, Público, 19.03.11)

 

«Sócrates (…) não é e nunca foi um democrata. Resta saber se uma democracia aguenta indefinidamente e de boa saúde a autoridade de um tiranete da Beira.»

(Vasco Pulido Valente, Público, 18.03.11)

 

«Corruptos impunes por prescrição de processos / Relatório [da Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC)] destaca casos dos autarcas Fátima Felgueiras e Isaltino Morais»

(Título e pós-título, Jornal de Notícias, 22.03.11)

 

Entre quarta e sexta-feira o Governo demite-se. E isso é o melhor que pode acontecer a Passos e a Sócrates, quase em partes iguais.»

(Ana Sá Lopes, i, 21.03.11)