Aconteu
Lucros do FMI disparam

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentou lucros em quatro dos seis últimos anos e prevê continuar de vento em popa durante o período fiscal de 2011, com um crescimento dos resultados na ordem dos 63 por cento.

Na base desta autêntica roda da fortuna estão os resultados com os direitos de saque. Só entre 30 de Abril de 2010 e o próximo dia 30 de Abril, o Fundo prevê resultados operacionais de 328 milhões de euros, congratulando-se com os reflexos positivos dos empréstimos concedidos à Irlanda e à Grécia.

Embora o processo não esteja cabalmente definido, com o empréstimo a Portugal, no qual a organização comparticipa com cerca de um quarto do montante, o FMI estima lucrar 520 milhões de euros.


Revisão do défice em alta

O Instituto Nacional de Estatística reviu em alta o défice de 2010 para 9,1 por cento do Produto Interno Bruto, alteração motivada pela incorporação de três contratos de parcerias públicas privadas (PPP).

No final de Março o défice orçamental de 2010 sofrera já um agravamento, sendo actualizado para 8,6 por cento.

O nível de dívida pública de 2010 foi agora também afectado, subindo de 92,4 para 93 por cento do PIB. A dívida pública terá atingido os 160 470,1 milhões de euros contra os 159 469,1 milhões de euros de Março.

A nova revisão do défice surge na sequência do pedido de «ajuda» externa recentemente apresentado pelo Governo e da «necessidade de antecipar» o calendário definido no Eurostat «com o objectivo de compilar dados estáveis para 2010, que constituíssem o ponto de partida para as negociações» em curso.

A revisão para 8,6 por cento do défice em Março foi justificada com alterações realizadas na metodologia pelo Eurostat e que obrigaram então a uma revisão em alta do défice para 2010 em 1,8 pontos percentuais.


Judocas de parabéns

Tiveram excelente desempenho no Campeonato Europeu de Judo, em Istambul, os judocas portugueses João Pina, Telma Monteiro e Joana Ramos, com resultados que os levaram a conquistar lugares cimeiros no pódio.

João Pina sagrou-se campeão na categoria de menos 73 kg, revalidando assim a medalha de ouro ao derrotar na final o russo Murat Kodzokov.

Telma Monteiro, vice-campeã mundial, e Joana Ramos, por seu lado, conquistaram ambas medalhas de prata nas categorias, respectivamente, de menos 57 Kg e menos 52 Kg.

Resultados que valorizam a modalidade e são um incentivo para os jovens portugueses.


Benfica vence Taça da Liga

O Benfica conquistou a Taça da Liga ao vencer na final, disputada em Coimbra, o Paços de Ferreira por 2-1. Com esta vitória o Benfica alcança pela terceira vez consecutiva o título de uma prova que vai na sua quarta edição. A primeira foi ganha pelo Vitória de Setúbal em jogo onde a equipa sadina bateu o Sporting.


Habitação social no Porto

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A Câmara do Porto não está a responder às carências da população no capítulo da habitação social. A acusação é da CDU que veio a público na passada semana expressar a sua preocupação pelo que considera ser uma «situação dramática».

«A esmagadora maioria dos pedidos de habitação social que entraram na DomusSocial [empresa municipal de habitação] desde Maio de 2010 têm vindo a ser arquivados», denunciou a coligação em conferência de imprensa.

O que se está a verificar, segundo foi dito, é que os munícipes que solicitam habitação social recebem da empresa um ofício-tipo indicando que a procura é «manifestamente superior à disponibilidade actual do parque habitacional», com isso se justificando a recusa em atender ao pedido.

«Esta incapacidade de resposta da Câmara Municipal do Porto à maioria dos pedidos de habitação municipal não é tolerável, até porque o Porto é um dos municípios onde mais se têm feito sentir as consequências da crise económica e social», sublinha a CDU, que entretanto deu a conhecer uma série de propostas suas que, num prazo de três anos, garante, permitiriam disponibilizar mais 600 fogos, além dos 500 que anualmente são libertados nos bairros.


S. Pedro culpado pela tragédia na Madeira

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O Ministério Público ordenou o arquivamento da investigação ao temporal que atingiu a Madeira em Fevereiro de 2010, considerando que não há responsáveis pela morte das 48 vítimas da tragédia.

Não obstante a flagrante infracção a algumas das mais elementares regras urbanísticas (construção de edifícios em leito de cheia ou em vertentes de declive muito acentuado, por exemplo), a investigação concluiu que todas as mortes foram acidentais e resultaram de causas naturais. Não foram assim identificados indícios de actos humanos, voluntários ou negligentes, que tenham originado ou ampliado o número de vítimas.



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