Os partidos de esquerda consideram inaceitável o novo aumento dos combustíveis decretado pelo governo, qualificando-o como «outro golpe cruel contra o povo», e apelaram ao protesto popular.
Os partidos Comunista da Índia (marxista), Comunista da Índia, Socialista Revolucionário e Bloco Avante emitiram um comunicado conjunto no qual sublinham que a subida dos preços do diesel, querosene e gás doméstico vão afectar as camadas mais desfavorecidas e os pequenos produtores, e terão reflexos negativos no valor dos géneros básicos, cujos preços não têm parado de aumentar desde que o executivo baixou em 5 por cento a tarifa aduaneira para a importação de combustíveis.
30 pessoas foram presas e acusadas de difusão da ideologia comunista e conspiração contra o governo. Os detidos foram apanhados pelas autoridades alegadamente vestidos com t-shirts alusivas ao Partido Comunista da Malásia e ao seu líder histórico, Ong Boon Hua, que entre 1941 e 1989, liderou a guerrilha contra as ocupações japonesa e britânica, e as autoridades burguesas malaias e tailandesas.
Um tribunal rejeitou a libertação de dois dos seis dirigentes políticos curdos detidos e eleitos para o parlamento no passado dia 12. Gulser Yildirim e Ibrahim Ayhan são acusados de terrorismo pelas autoridades de Ancara, que, antes, já haviam retirado a Hatip Dicle o direito a ocupar o lugar para o qual foi eleito na Assembleia da República.
Os deputados independentes curdos integraram as listas do movimento Paz e Democracia, que, no total, garantiu a eleição de 36 parlamentares nas últimas legislativas no país.
No domingo, a polícia dispersou milhares de pessoas que pretendiam chegar à emblemática Praça Taksim, no centro de Istambul. O protesto em defesa da democracia e contra a repressão foi disperso com recurso a gás lacrimogéneo e canhões de água.
Já na segunda-feira, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) divulgou uma proposta que apresentou recentemente ao governo turco com o objectivo de superar o conflito na região.
O governo revogou a concessão das minas de prata na região de Puno, onde fortes protestos das comunidade se têm feito sentir, particularmente por parte dos agricultores, que acusam a canadiana Bear Creek de contaminar os recursos hídricos.
A morte de cinco pessoas, na sexta-feira, 24, em consequência da repressão sobre uma manifestação pacífica no aeroporto local, e a onda de indignação que o acontecimento motivou no país, acabaram por forçar as autoridades a decidirem a favor dos contestatários.
Mas a política neoliberal seguida por Alan Garcia gera indignação não apenas entre as comunidades originárias. Na semana passada, pelo menos quatro pessoas morreram e 71 ficaram feridas na sequência da repressão policial sobre uma manifestação estudantil em Huancavelica, no centro do país.
Os estudantes rejeitam que os fundos afectos à Universidade Nacional de Huancavelica, situada numa das mais pobres regiões do Peru, sejam transferidos, sem qualquer justificação técnica ou científica, para a Universidade Nacional Autónoma de Tayacaja.
O encerramento dos campos de refugiados onde vivem mais de 800 mil pessoas, sem que sejam encontradas alternativas para os sobreviventes do terremoto de Janeiro de 2010, levou o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos a expressar grande preocupação quanto à situação da população.
Para aquele organismo das Nações Unidas, o encerramento dos campos sem soluções viáveis para os haitianos desalojados pelo desastre natural, constitui uma violação dos direitos humanos.
A ONU reconheceu o país como território livre de drogas e elogiou o trabalho desenvolvido pelo governo bolivariano na luta contra o cultivo, tráfico e consumo de estupefacientes, e a política preventiva implementada.
De acordo com o ministro para as Relações Interiores e Justiça, Tareck El Aissami, a Venezuela deixou mesmo de ser considerado território de trânsito e figura como o quinto país do mundo onde maior número de apreensões foram realizadas.





