Aconteu
Faleceu o cenógrafo Mário Alberto

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O cenógrafo Mário Alberto faleceu, dia 4, em Lisboa, aos 86 anos. Pintor, cenógrafo, figurinista, profissional de teatro, cinema e televisão Mário Alberto nasceu no Lubango (ex-Sá da Bandeira), a 20 de Julho de 1925, e cresceu no Alentejo.

Estudou pintura na Academia La Grand Chaumiére, em Paris, e foi nesta cidade que expôs pela primeira vez, no final da década de 1950. Fundador dos grupos de teatro Adoque e A Barraca, foi um dos principais responsáveis pela renovação da Revista à Portuguesa iniciada com «O Fim da Macacada», no Teatro ABC.

Recebeu o Prémio de Cenografia da Casa da Imprensa em 1957, e o Prémio de Cenografia da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro pela cinematografia da adaptação dramática do romance O Valente soldado Chveik, do escritor checo Jiri Hájek.

Em 1990, foi o homenageado do Festival de Teatro de Almada, honra que volta a ser-lhe feita em 2008 por iniciativa de A Barraca e da Câmara de Lisboa, no Teatro Nacional D. Maria II.


Che Guevara lembrado na Bolívia

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Centenas de pessoas assinalaram, no último fim-de-semana, o 44.º aniversário do assassinato do revolucionário argentino Ernesto Che Guevara, abatido em 9 de Outubro de 1967, na Bolívia.

No humilde povoado boliviano de La Higuera, teve lugar, no domingo, um acto solene em que participaram membros das missões diplomáticas, médicas, educativas e trabalhadores sociais de Cuba e Venezuela, que trabalham na Bolívia desde 2006. Os presentes renderam tributo à memória e ao legado de Che, que dedicou toda a sua vida à luta pela justiça social e a igualdade na América Latina e no mundo.


Banda portuguesa<i>vence concurso mundial

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A Banda Sinfónica Portuguesa venceu o 60.º Concurso Mundial de Música que se realizou, domingo, 2, em Kerkrade, na Holanda. Composta por 75 elementos e regida por Francisco Ferreira, a banda obteve 98 dos 100 pontos possíveis, uma proeza pela primeira vez alcançada nos 60 anos deste concurso, considerado a mais importante competição internacional nesta área.

Com sede no Porto, a Banda Sinfónica Portuguesa foi criada em Novembro de 2004, e teve o seu concerto de apresentação em 1 de Janeiro de 2005 no Teatro Rivoli, onde gravou o seu primeiro disco. Já em 2008 o agrupamento conquistara o primeiro lugar no Concurso de Bandas em La Senia (Catalunha), em Espanha.


<i>A Família </i>de Helena Chainho

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A Família é o título do livro de memórias de Helena Chainho, lançado no sábado, dia 8, em Santa Margarida da Serra, aldeia do concelho de Grândola, situada a dois quilómetros do Monte da Várzea Redonda, onde a autora nasceu e cresceu, junto da sua numerosa família, que recorda nesta obra.

A sessão de apresentação decorreu na Taberna do Agostinho, por sinal irmão da autora, na companhia também de camaradas e amigos, e contou com intervenções de Luísa Araújo, Maria Emília Jacob Sobral e de Marília Villaverde Cabral.

O prefácio, de José Casanova, revela-nos que o livro «nasceu, em versão reduzida e não impressa, como prenda de natal oferecida aos irmãos!». A interessante história desta família alentejana, que também é a história de uma terra, dos hábitos e costumes do povo, oferece-se agora ao público, numa edição que teve o apoio da Câmara Municipal de Grândola e das juntas de freguesia de Grândola e de Santa Margarida da Serra.


Pedro e Inês

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«Auto da Fonte dos Amores – Pedro e Inês» é uma ópera popular, recentemente editada em CD e livro, sob coordenação de Carlos Clara Gomes, autor de música de cena para mais de cem espectáculos de teatro, dança e vídeo.

A obra é ilustrada por Pedro Sousa Pereira, que dá cor e imagens a um libreto que recria os amores de D. Pedro e D.ª Inês, transportando-os para a nossa actualidade. E onde se põe em evidência a verdadeira razão do assassinato de Inês de Castro: uma questão política visando garantir que o trono português não tombaria em mãos castelhanas pela via galega.

Gravada nos estúdios da Universidade de Aveiro, em 2005, na passagem do 650.º aniversário da morte de Inês de Castro, a obra, editada pela Tradisom, conta com valiosas colaborações musicais, nomeadamente de João Afonso, Uxia Senile, Sérgio Godinho, Manuel Freire, José Medeiros, Carlos Fragateiro, João Maria Pinto, João Ricardo, Sebastião Antunes, Aurélio Malva, Ana Celeste Ferreira, e os ensembles vocais Bocas do Povo, Segue-me à Capela, Infantuna Cidade de Viseu e Companhia DeMente.



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