Aconteu
População atinge novo marco mundial

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Em apenas 12 anos a população mundial aumentou de seis para sete mil milhões de habitantes, segundo dados do relatório sobre a Situação da População Mundial 2011, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), divulgado dia 26.

Assinalando um aumento populacional imparável nas décadas mais recentes, o relatório recorda que o mundo contava mil milhões de habitantes em 1804, número que só duplicou em 1927. Já no pós-guerra, em 1959, a população atinge os três mil milhões de pessoas, passa para quatro mil milhões em 1974, cinco mil milhões em 1987, seis mil milhões em 1999, totalizando agora os sete mil milhões, dos quais 60 por cento vivem na Ásia.

O relatório prevê que dentro de 15 anos a Índia possa ultrapassar a China em população, caso se mantenha a política chinesa do filho único. E observa que enquanto nos países em desenvolvimento as elevadas taxas de fecundidade se traduzem na perpetuação da pobreza, nos países industrializados as baixas taxas de natalidade podem comprometer as perspectivas de desenvolvimento económico.


Mais milhões para a banca

Os bancos portugueses precisam de obter 7804 milhões de euros para atingir o novo rácio de capital de 9 por cento, segundo cálculos da European Banking Authority (EBA), divulgados dia 26.

Este organismo informou igualmente que a banca europeia necessita de um total de 106 447 milhões de euros para se recapitalizar. Os bancos portugueses são os quintos que mais necessitam de capitalização depois da Grécia (30 mil milhões), Espanha (26 mil milhões) Itália (14,7 mil milhões) e França (8,8 mil milhões).

Entretanto, o Governo português anunciou que vai assumir as dívidas contraídas pelas empresas públicas junto da banca. Segundo declarou, dia 26, o secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, o Estado pagará à banca 5242 milhões de euros, dos quais 2156 milhões de euros dizem respeito à REFER, 1,84 mil milhões de euros à Estradas de Portugal, 601,1 milhões de euros ao Metro do Porto, 492,4 milhões de euros ao Metro de Lisboa, 150 milhões de euros à RTP, 2,9 milhões de euros da VianaPolis e 82,5 mil euros da Empresa de Meios Aéreos (EMA).

Acresce ainda três mil milhões de euros de dívidas do BPN, no âmbito do processo de reprivatização, que também serão assumidos pelo Estado. Para realizar estas operações, o Governo irá contrair novo empréstimo de oito mil milhões de euros.


China lança nave espacial

A China lançou, na segunda-feira, 31, a nave não tripulada Shenzhou-8, a partir da sua base espacial de Jiuquan, no Noroeste do país. O aparelho deverá unir-se ao módulo Tiangong I, laboratório espacial que orbita a Terra desde 29 de Setembro.

No próximo ano, a nona e a décima naves também se acoplarão ao módulo e pelo menos uma delas irá com tripulação, formando assim a primeira estação espacial permanente da China.


Saramago celebrado em Nova Iorque

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Uma semana dedicada à obra do Nobel português da Literatura, José Saramago, decorreu em Nova Iorque até à passada terça-feira, 1, com a participação de Pilar del Río e do realizador Miguel Gonçalves Mendes.

O programa incluiu, entre outros, sessões de leitura, encontros e a exibição do documentário José & Pilar, no Museu de Arte Moderna, película que nos mostra facetas da vida pública e privada do escritor, e que se candidata a uma nomeação para o Óscar do melhor filme estrangeiro. Esta semana cultural foi promovida pelo Art Institute e a Fundação José Saramago.


Fado candidato a património da UNESCO

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A candidatura do Fado a Património Intangível da Humanidade superou mais uma etapa, depois de o comité de peritos da UNESCO ter recomendado, dia 27, a sua inscrição na Lista Representativa do Património Cultural da Humanidade.

O comité considerou que se trata de «um género de grande versatilidade poética e musical» e referiu a candidatura do Fado como uma das sete melhores a concurso.

O passo seguinte é a votação pelo Comité Inter-Governamental da Convenção da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), que se reúne de 22 a 29 de Novembro em Bali, na Indonésia.


O jugo das religiões

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Religião, porquê? é o título de um interessante ensaio sobre a história das religiões, da autoria de Manuel Souto Teixeira, um médico aposentado, ateu convicto, que nos propõe uma visão objectiva, assente em factos históricos, sobre o papel das religiões ao longo da caminhada da humanidade.

Editado pela Terramar, a obra inscreve-se na convicção, assumida pelo autor, de que «a Humanidade do futuro, liberta desta doentia dependência, encontrará o pleno desenvolvimento intelectual, social e moral, tornando-se mais aberta aos caminhos da solidariedade, do entendimento e do racionalismo nas suas opções».



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