Mexidas no pacote laboral são um ataque brutal ao mundo do trabalho
Injustiça e indignidade

Foi aprovada, na generalidade, pela maioria PSD/CDS-PP, com a abstenção do PS, a proposta de lei que altera o Código do Trabalho. Para o PCP, que votou contra (PEV e BE também), este é um ataque soez, vil e brutal aos trabalhadores e seus direitos que só pode merecer repúdio e rejeição total, dando razão a uma luta que prossegue no Parlamento (debate na especialidade), nas empresas e nas ruas.



Jerónimo de Sousa acusa Governo de ter visão fundamentalista contra os trabalhadores
Nem «bíblia» nem «vaca sagrada»

A justificação do Governo para o novo golpe brutal contra os trabalhadores através de mexidas na legislação laboral – mais competitividade e crescimento económico – não bate certo com as últimas previsões do Banco de Portugal que apontam para estagnação e mais desemprego. «Alguém está a enganar alguém», concluiu o Secretário-geral do PCP, perante o óbvio desfasamento.



Garrote financeiro põe em causa apoio às Artes
Governo sacrifica Cultura

Cancelar concursos para apoio às artes, além de revelador da desvalorização e pouco apreço do Governo pela Cultura, assume o carácter de «uma outra forma de censura». Quem o diz é o PCP, que acusa o Governo de estar a impor um autêntico «garrote financeiro» às estruturas de criação cultural e artística.



Comissão de inquérito ao <i>BPN</i>

Previsões do Banco de Portugal
Recessão e desemprego