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Fundação Saramago<br>lança revista digital

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A Fundação José Saramago criou uma revista literária digital, intitulada Lucerna, que está disponível desde a última segunda-feira, 23, data em que se assinala o Dia Mundial do Livro.

A edição de lançamento inclui um dossier sobre Clarabóia, o romance que José Saramago escreveu na juventude, com textos de Pilar del Río, presidente da fundação, do poeta e ensaísta Fernando Gómez Aguilera e do escritor Hector Abad Faciolince.

Lucerna, que está disponível no site oficial da fundação, propõe-se dar destaque mensalmente à literatura para a infância e juventude e à promoção da leitura, dedicando neste número um trabalho sobre o Tamer Institute, organismo criado na Palestina com fins educativos.

A partir do segundo número, a edição será bilingue (português e castelhano), e além de poder ser descarregada na Internet, estará disponível para telemóveis e tablets.

A funcionar desde Janeiro na Casa dos Bicos, em Lisboa, a Fundação abrirá ao público nos próximos meses, com um espaço para exposições, uma biblioteca e uma sala para encontros e debates.


Feira do Livro<br>dá «mais vida na cidade»

A 82.ª Feira do Livro abriu na terça-feira, 24, sob o lema «Há mais vida na cidade» propondo, além de livros a preços mais baratos e novidades editoriais, uma programação cultural que inclui dança e fado, entre outras expressões.

Antecipando à imprensa algumas melhorias desta edição, Pedro Pereira da Silva, um dos responsáveis pelo certame organizado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), revelou que se pretende «que as pessoas fiquem mais tempo na feira», tendo sido melhorada a restauração com «mais oferta, mais qualidade, variedade e comida saudável».

A feira, que decorre no cenário habitual do Parque Eduardo VII, até 13 de Maio, conta com 206 pavilhões diversos, a que se juntam os 32 pavilhões do grupo LeYa, totalizando 112 entidades.


<i>Museu do Pão</i> em Seia<br>celebra um milhão de visitantes

O Museu do Pão, em Seia, decidiu celebrar o primeiro milhão de visitantes com a oferta de 25 toneladas de pão ao Banco Alimentar Contra a Fome, para distribuição pelos mais carenciados.

Segundo a directora do museu, Laura Quaresma, o projecto denominado «Pão para um milhão», será desenvolvido até meados do mês de Maio e contempla Bancos Alimentares de Lisboa, Porto, Aveiro, Setúbal e Faro.

O Museu do Pão, que abriu ao público a 26 de Setembro de 2002, dispõe de quatro salas temáticas que cobrem o ciclo do pão, a sua história e artes associadas, bem como um espaço pedagógico infanto-juvenil. Integra ainda um restaurante, bar e biblioteca, mercearia antiga e atelier de arte de pão.


Comuna festeja 40 anos

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O grupo Comuna – Teatro de Pesquisa festeja 40 anos com a estreia em Portugal da peça «A controvérsia de Valladolid», de Jean-Claude Carrière, que subiu à cena ontem, 25, no Teatro S. Luiz, em Lisboa.

A peça passa-se no século XVI e coloca em confronto o frade beneditino Bartolmeu de las Casas, que defende que os povos são todos iguais, e o filósofo Juan Ginés de Sepúlveda, para o qual «os índios são idênticos aos animais», disse à Lusa o encenador João Mota.

A propósito da actualidade do texto, o encenador observa que «também hoje, infelizmente, em pleno século XXI, continuamos com uma Europa dos ricos e a dos pobres – dentro de cada país os pobres são cada vez mais miseráveis, e os que não eram pobres passam a ser».


Falece fundador do FITEI

António Lopes dos Santos faleceu, no sábado, 21, aos 75 anos, vítima de doença prolongada. Em 1978 foi um dos fundadores do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), que comemora este ano a sua 35.ª edição.

Promovido no Porto desde então, o FITEI é o mais antigo festival internacional de teatro do País, centrando a sua programação no teatro e artes performativas da Península Ibérica.

António Lopes dos Santos foi um dos promotores do evento com Júlio Cardoso, João Maia e Estrela Novais, tendo pertencido a todas as suas equipas directivas.


Aumenta a despesa<br>diminui a receita

A despesa do Estado aumentou 3,5 por cento enquanto a receita diminuiu 4,4 por cento nos três primeiros meses do ano, segundo o boletim de execução orçamental divulgado, dia 20, pela Direcção-geral do Orçamento (DGO).

Por exemplo, o subsector Estado (Estado central), registou no primeiro trimestre deste ano um défice de 1637 milhões de euros – quase o dobro do que se tinha registado no mesmo período de 2011.

O Governo justifica esta evolução com «factores conjunturais», admitindo que se registou uma redução de 5,8 por cento na recolha de impostos.



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