Nos próximos fins-de-semana prossegue a implantação
Construção da Festa do Avante!
Tarefa de todo o Partido

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As jornadas de trabalho da Festa do Avante! começaram no passado fim-de-semana. Até 7 de Setembro, esta é uma tarefa prioritária de todo o Partido.

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A par da intensa agenda de lutas que se desenvolve em simultâneo com a preparação do XIX Congresso do PCP, a implantação da maior iniciativa político-cultural nacional é um objectivo a cumprir. E foi com satisfação, brio e sentido de responsabilidade que o colectivo do PCP começou a fazê-lo nos passados sábado e domingo, dias 16 e 17, respectivamente.

Pese embora a grande acção de massas convocada pela CGTP-IN para sábado, a qual juntou milhares de pessoas em Lisboa num justo protesto contra a exploração e o empobrecimento e pela derrota do pacto de agressão, largas dezenas de camaradas e amigos reservaram ainda tempo para deitarem mãos à obra e encherem a Quinta da Atalaia de generosidade fraterna.

Muitos dos que compareceram, provavelmente a maioria, mesmo, sabiam já que nos primeiros dias da de implantação o fundamental da disponibilidade militante é distribuída pelos trabalhos preparatórios.

Outros, os que ali foram pela primeira vez, aprenderam que se começa com a marcação e ajustamento dos locais onde vai assentar cada pavilhão, e de fita, estaca e martelo nas mãos interpretavam os projectos inaugurando a sua concretização. Perceberam que edificar uma Festa com tamanha magnitude exige a prévia triagem, transporte e limpeza dos materiais que, isolados, parecem objectos estranhos e imprecisos, mas que conjugados com engenho se transformam nas peças tangíveis de um todo. Confirmaram que antes de mais é preciso desbastar e retirar o capim acumulado no terreno, tarefa menos exigente, este ano, dada a mecanização de parte significativa do processo.

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Do solo, elevavam-se já algumas estruturas metálicas, complexificadas e engrandecidas com o passar das horas de trabalho voluntário, labor que apenas se interrompeu para os almoços-convívio que se multiplicaram quando o sol a pino aconselhava sombra e os corpos exigiam pausa e sustento.

Nos armazéns e oficinas, o matraquear das ferramentas revelava a permanente requalificação das infra-estruturas, trabalho desenvolvido entre Festas, por assim dizer, e que na maior parte dos casos acaba por ser pouco salientado.

Faça-se pois justiça e diga-se que, para além da substituição das peças que permitem o fornecimento de energia eléctrica, água e gás onde tal se impôs como uma necessidade, agora também os antigos balneários do acampamento A – reservado durante a Festa aos que nela trabalham – foram substituídos.

Nos próximos fins-de-semana, o buliço repete-se, reforçado e intensificado por muitos dos que não puderam participar na primeira jornada de trabalho, mas que seguramente não vão deixar passar a oportunidade de integrarem a empolgante obra colectiva que é construir a Festa do Avante!

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