Aconteu
Desemprego aumenta despesa

Os gastos da Segurança Social com subsídios de desemprego e de apoio ao emprego aumentaram 22,6 por cento nos primeiros sete meses deste ano, o que representou um encargo adicional de 273 milhões, em comparação com o mesmo período do ano passado.

No total, a Segurança Social já gastou 1480 milhões de euros com estas prestações, o que traduz o aumento da taxa de desemprego, que atingiu os 15 por cento da população activa, o nível mais alto de sempre.

Ao mesmo tempo, o aumento do desemprego também se reflecte numa redução das contribuições para a Segurança Social, que caíram 4,4 por cento face ao mesmo período de 2011, de acordo com boletim da Direcção-Geral do Orçamento, divulgado dia 23.


Caça à multa dá milhões ao Estado

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A receita do Estado central em multas nos primeiros sete meses do ano ascendeu a 154,3 milhões de euros, um aumento de 29,3 por cento relativamente ao mesmo período de 2011.

Só em multas de trânsito, o Estado arrecadou até Julho 54,4 milhões de euros, ou seja um aumento de 11,7 por cento, e apesar de haver cada vez menos carros nas estradas, o Estado prevê atingir os 90,6 milhões de euros até final do ano.

No entanto, a subida foi ainda maior nos restantes tipos de multas e coimas, cuja receita passou de 70,6 milhões para 99,9 milhões de euros este ano, um crescimento de 41,5 por cento.

Recorde-se que, no caso das multas de trânsito, já no ano passado a receita tinha aumentado 263 por cento face ao mesmo período de 2010.


Um romance de Francisco do Ó Pacheco

Chama-se Angola 1970 Chamas de Liberdade o romance que Francisco do Ó Pacheco apresentou, no sábado, 25, na cidade de Sines, em cujo município o autor exerce funções de vereador eleito pelo PCP.

Como declarou à Lusa, «trata-se de um romance histórico vivido nos dois lados da guerra colonial, o de uma companhia portuguesa e ao mesmo tempo no dos movimentos de libertação».

A escolha do ano de 1970 não foi ocasional: «É o ano da morte de Oliveira Salazar, em que recrudesceu a luta antifascista em Portugal, apareceu a acção revolucionária armada do Partido Comunista Português e é quando os três dirigentes dos movimentos de libertação são recebidos no Vaticano pelo Papa», explicou Francisco do Ó Pacheco, que também apresentará na Festa do Avante! esta sua primeira incursão no género romance.


Aristides Sousa Mendes em banda desenhada

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A Biblioteca Municipal de Castelo Branco tem patente até 28 de Setembro uma exposição de banda desenhada intitulada «Aristides Sousa Mendes, um exemplo de coragem».

A mostra produzida pelas Bibliotecas Municipais de Lisboa retrata, em painéis de banda desenhada, a vida do diplomata português em França que, contra as ordens do governo de Salazar, concedeu vistos a refugiados judeus e de outras nacionalidades durante a II Guerra Mundial, salvando assim milhares de vidas humanas do extermínio nazi.

A exposição, com textos de João Mário Mascarenhas e desenhos de José Ruy, tem entrada livre de segunda a sexta-feiras.


Cinema português exibido no estrangeiro

O cinema português esteve em destaque em França, no Festival États Généraux du Film Documentaire (Estados Gerais do Documentário), em Lussas, com 28 filmes e a presença de vários realizadores.

A edição deste ano, que encerrou no sábado, 25, dedicou a secção «Route du Doc» a Portugal, seleccionando, entre outras, as películas «48», de Susana de Sousa Dias, «Ruínas» e «Cinema Português», de Manuel Mozos, «Le passeur», de Filipa César, «O estrangeiro», de Ivo Ferreira, e ainda «Jaime», de António Reis, produzido em 1974, e «Trás-os-Montes», que este realizador rodou em 1976, com Margarida Cordeiro.

Do outro lado do Atlântico, no 23.º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Brasil, iniciado dia 23, o cinema português esteve representado pelos filmes «Rafa», de João Salaviza, «As Ondas», de Miguel Fonseca, e «Água Fria», de Pedro Neves.


Queijo da Idanha é «ouro» em Londres

O queijo de Castelo Branco DOP Sabores de Idanha conquistou a medalha de ouro no concurso internacional Great Taste Awards 2012, segundo anunciou, na segunda-feira, a Cooperativa de Produtores de Queijo da Beira Baixa, sediada em Idanha-a-Nova.

O concurso foi organizado pelo Guild of Fine Food, uma organização britânica criada em 1995 para aproximar produtores e retalhistas. O queijo de Castelo Branco concorreu ao lado de 8800 produtos de vários países, avaliados em provas cegas por mais de 300 especialistas.

Já no ano passado, a cooperativa produtora da especialidade vencera o Concurso Mundial de Queijos, realizado também em Inglaterra, com o Queijo Amarelo da Beira Baixa DOP.



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