• Jorge Messias

Opus Dei, Jesuítas e Novo Império

«Os Jesuítas controlam o Federal Reserve Bank, o Bank of America, a CIA, o FBI, a Emigração, a Segurança, as multinacionais do petróleo, ferro, aço, etc., enfim, controlam toda a economia ocidental» (Avro Manhattan, «Os Biliões do Vaticano»).

«Vamos trabalhar em silêncio, usando a falsidade. Cada bispo deve agir rigorosamente sobre o seu rebanho, sendo gentil, porém inflexível. Ele deve assumir a humildade de um cordeiro, para ganhar todos os corações… Mas que também saiba agir com ferocidade quando tiver que defender os interesses da Igreja!»

(Ibañez Langlois, «José Maria Escrivá»).

«As classes médias – pequenos fabricantes, retalhistas, artesãos, camponeses – combatem a burguesia porque ela é uma ameaça para a sua existência como classes médias. Não são, portanto, revolucionárias mas conservadoras; e, ainda por cima, são reaccionárias, pois querem que a História faça marcha atrás. Quando actuam revolucionariamente é por medo de caírem no proletariado: defendem então os seus interesses futuros e não os seus interesses actuais; portanto, abandonam o seu ponto de vista próprio para adoptarem o do proletariado» (Karl Marx, «Manifesto do Partido Comunista»).

A construção de um admirável mundo novo, organizado como nova ordem mundial e dotada com um só governo e uma só religião, põe-se em marcha, servido por poderosas forças secretas, pelas hierarquias religiosas e pela totalidade do grande capital. De entre as armas de que dispõe contam-se os organismos democráticos mundiais, os governos democráticos capitalistas e as democracias representativas de classe. No mundo imenso desta conspiração giram os políticos assalariados, os falsos informadores, os especuladores financeiros e os iluminati formados pelas extremas-direitas, a peso de oiro. Se meditarmos um pouco neste esquema diabólico, certamente que se fará luz sobre as verdades ocultas nestas políticas de destruição que hoje presenciamos, sobretudo, nos países mais pobres do Continente Europeu. É a via que os poderosos determinaram percorrer em sentido tornado irreversível.

Temos falado em Portugal e em Espanha, dois países europeus pouco desenvolvidos mas potencialmente ricos em recursos e pontos estratégicos insubstituíveis em escaladas militares futuras.

Este retrato adapta-se perfeitamente aos homens de Estado e às actuais estruturas políticas com poder de decisão nos dois países da Península Ibérica. No seu desempenho, os políticos mentem desalmadamente, roubam os pobres e dão-se ao luxo de desencadearem o saque às classes médias. Veremos até que ponto a pequena burguesia revela capacidade para reagir aos ataques mortais dos grupos monopolistas. O clima é já de falências em cadeia, de desemprego e de recessão.

No entanto, os tecnocratas e os multimilionários são demolidores mas não são loucos. Seleccionam minuciosamente os seus objectivos. Se Portugal e Espanha têm interesse político, económico e militar, muito maiores serão os lucros que se podem gerar quando a Ibéria for plenamente integrada num ambicionado Quinto Império. É neste ponto de caos e desordem que o Vaticano demonstra como se torna imprescindível nas parcerias do grande capital. Os portais da ambição e do lucro podem abrir-se nos velhos países que construíram, em tempos passados, impérios coloniais imensos.

Do Nascente ao Poente, há centenas de países «emergentes» cujas riquezas devem ficar solidamente nas mãos da Wall Sreet e do Vaticano. Como ponto de partida, o poder político deve permanecer, nesses estados, entre as mãos de homens fortes, Entregue a políticos indiscutivelmente fiéis ao grande capital. Por isso, sucedem-se no «terceiro mundo» os golpes e contra-golpes, as falsas revoluções, as «Primaveras» que vão de Praga à Líbia do Kadafi, em terras do petróleo, etc. Tudo isto prova que a Nova Ordem Mundial não é ideia de loucos surgida há pouco tempo. Vem da era da revolução industrial Até aqui, a sua principal vitória foi o desmantelamento dos estados socialistas europeus. Os banqueiros ficaram com o mundo a seus pés.

Mas tudo continua em aberto. No arraial capitalista reina a maior das confusões. Muitas das mentiras dos poderosos começam a estar ao alcance da crítica dos pobres. Outras, vêm a lume.

Procuraremos transmitir o que vai sendo divulgado.

( continua )

 

 

 



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