“Ninguém acredita que alguém acredite que o OE para 2013 tem a mínima razoabilidade de execução.”

(São José Almeida,
 Público, 24.11.12)


“Não me choca ver a RTP1 e a RTP2 nas mãos de um operador privado. Isso depende do acordo parassocial.”

(Alberto da Ponte,
Sol, 23.11.12)


“Governo quer assegurar que no futuro PSP pode ver imagens não editadas.”

(Manchete do Diário de Notícias, 24.11.12)

“Está tudo a correr conforme os planos, tirando o falhanço no cumprimento das metas do défice, o afundamento do investimento e do consumo privado, o disparo do desemprego (...) e o brutal aumento de impostos.”

(Nicolau Santos,
Expresso, 24.11.12)


“É bom ouvir Abebe Selassié. Ou Vítor Gaspar. São ambos impressionantes.”

(Idem, ibidem)

“Fizemos o que tinhamos a fazer (...) e o que fizemos foi bem feito, desde 1978, quando começámos a recorrer ao crédito.”

(Alberto João Jardim,
Diário de Notícias, 25.11.12)


“Não existe um documento, um projecto [do ensino profissional], nada que defina esta política de forma sustentada e que possamos analisar. Isto não é normal.”

(José Pacheco,
Público, 25.11.12)


“Posso bem com aqueles que acham que estamos a seguir um caminho de austeridade excessiva.”

(Passos Coelho,
Diário Económico, 26.11.12)

“[O País está hoje] num melhor caminho do que há um ano.”

(Idem, ibidem)

“[Portugal pode] encontrar formas de cortar despesa pública sem afectar as pessoas. Para se ter crescimento no futuro é preciso ter capital humano.”

(Brien Atwood,
 ibidem)


“Não se pode matar uma economia à fome.”

(Idem, ibidem)