Breves
Borlas

O aumento da fraude nos transportes públicos da região de Lisboa não pode ser desligado do aumento das dificuldades das pessoas, mas também tem que ver com a redução de trabalhadores, comentou a Fectrans/CGTP-IN, dia 19, realçando três casos: no Metropolitano de Lisboa estão apenas 16 trabalhadores na área da fiscalização, quando já foram 52; na Carris, restam 35; na CP há só um revisor por comboio (com duas unidades independentes). Esta redução, assinala a federação, tem também como objectivo criar justificações para entregar o serviço a empresas de segurança privada.

Sendo necessário apurar a diferença entre os números da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa e das empresas, bem como verificar as condições em que foi realizado o estudo da AMTL, a Fectrans salienta que os prejuízos, indicados como resultado da fraude, dariam bem para criar os postos de trabalho necessários para uma fiscalização eficaz, com pessoal efectivo das transportadoras.


Conferência

A CGTP-IN realizou no dia 20, em Lisboa, uma conferência sindical internacional, com a participação de Arménio Carlos e outros dirigentes da central e de sindicatos, federações e uniões, bem como do presidente da Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa, Alexandre Munguambe. Esta foi a actividade final de um projecto de cooperação para o desenvolvimento, enquanto expressão de acção sindical internacional solidária.


Jornalistas

Contra a asfixia da RTP e a destruição do serviço público, o Sindicato dos Jornalistas apelou, dia 13, a que o Conselho Económico e Social, na apreciação do anteprojecto de Grandes Opções do Plano para 2014, recomende ao Governo a manutenção do financiamento público da RTP. O SJ exortou os deputados de todos os partidos, a impedirem a eliminação ilegal das indemnizações compensatórias, e alertou os cidadãos para a necessidade de se mobilizarem contra as graves ameaças que pairam sobre os serviços públicos de Rádio e de Televisão, sobre a RTP e sobre os trabalhadores ao serviço desta.

Contra a asfixia da RTP e a destruição do serviço público, o Sindicato dos Jornalistas apelou, dia 13, a que o Conselho Económico e Social, na apreciação do anteprojecto de Grandes Opções do Plano para 2014, recomende ao Governo a manutenção do financiamento público da RTP. O SJ exortou os deputados de todos os partidos, a impedirem a eliminação ilegal das indemnizações compensatórias, e alertou os cidadãos para a necessidade de se mobilizarem contra as graves ameaças que pairam sobre os serviços públicos de Rádio e de Televisão, sobre a RTP e sobre os trabalhadores ao serviço desta.

Contra a asfixia da RTP e a destruição do serviço público, o Sindicato dos Jornalistas apelou, dia 13, a que o Conselho Económico e Social, na apreciação do anteprojecto de Grandes Opções do Plano para 2014, recomende ao Governo a manutenção do financiamento público da RTP. O SJ exortou os deputados de todos os partidos, a impedirem a eliminação ilegal das indemnizações compensatórias, e alertou os cidadãos para a necessidade de se mobilizarem contra as graves ameaças que pairam sobre os serviços públicos de Rádio e de Televisão, sobre a RTP e sobre os trabalhadores ao serviço desta.