“Se o Orçamento era uma coisa feia, continua a ser feio depois desta cosmética [alterações de pormenor].”

(Teixeira dos Santos,
 Diário Económico, 21.11.13)

“Meio milhão de crianças perdem abono de família em três anos.”

(Manchete do Público, 21.11.13)

 “Este Governo (...) fez uma espécie de destruição criativa: rebentou com tudo, esperando que, das cinzas, nasça algo de novo. Na ciência, não nasce.”

(Manuel Sobrinho Simões,
Público, 22.11.13)


“A função da inteligência é recolher a maior quantidade possível de informação e a forma mais fácil de o fazer é através de escutas telefónicas.”

(A. M. Hendropriyono , ex-chefe
de inteligência da Indonésia,
Lusa, 22.11.13)

“Uma vez espiei os australianos e eles mantiveram-se quietos.”

(Idem, ibidem)

“Não farei qualquer declaração [sobre a manifestação dos polícias] enquanto não falar com o Governo.”

(Cavaco Silva,
Público online, 22.11.13)

“Nasceu um novo conceito que visa estabelecer um "ranking da austeridade", em que se tenta medir esta política através dos aumentos de impostos e das reduções de salários e pensões realizados.”


(Manuela Ferreira Leite,
Expresso, 23.11.13)


“Pretende-se incutir a ideia de que, quanto maior for a austeridade, melhores os resultados obtidos.”

(Idem, ibidem)

“Falta agora que nos digam que não faz sentido que o Estado detenha um banco público porque esse é um negócio que os privados fazem muito melhor. Como se tem visto, aliás.”


(Nicolau Santos,
Ibidem)


“Já há mais de 400 mil pessoas a ganhar o salário mínimo.”

(Título do Diário de Notícias, 26.11.13)

“Aumentar o salário mínimo é uma resposta inteligente dos empresários. Cria negócio porque cria mercado.”

(Bruno Bobone,
Ibidem)