No preciso momento em que o primeiro-ministro realizava o seu discurso, o País ficou a saber das medidas de continuidade da desarticulação e desvalorização salarial do sector público e dos pensionistas.”

(António Costa Pinto,
Diário de Notícias, 10.1.14)

 

Não se pense que [no caso da ADSE] se trata de alguma reforma (...) É apenas mais um corte salarial, e não ficará por aqui.”

(Idem, ibidem)

 

Alguns, poucos, não só acham bem como pouco.”

(Idem, ibidem)

 

Gaspar avança para o FMI com apoio de Merkel.”

(Manchete do Expresso, 11.1.14)

 

Ora trabalhando para o Estado, ora para as empresas vendidas, ora para as empresas compradoras, [José Luís] Arnaut foi decisivo nas privatizações da EDP, REN, ANA, TAP (que falhou) e agora dos CTT, de que a Goldman Sachs comprou 5%, tornando-se o maior accionista.”

(Pedro Santos Guerreiro, ibidem)

 

Esta semana, o governo contratou a Goldman Sachs como um dos bancos que assessoraram a emissão de dívida pública. E a Goldman Sachs contratou Arnaut para um comité de topo.”

(Idem, ibidem)

 

Acreditamos que o prolongamento até ao 12.º ano do ensino obrigatório é um erro e que se devia recuar para o 9.º ano.”

(Proposta da Juventude Popular na moção
do 25.º Congressodo CDS, Diário de Notícias, 11.1.14)

 

O que tem de ser teve muita força.”

(Paulo Portas,
Diário de Notícias, 12.1.14)

 

O CDS (...) não é exactamente um partido de um homem só. O CDS (...) é um partido de uma ideia só: a sobrevivência.”

(Bruno Faria Lopes,
Diário Económico, 13.1.14)

 

O Congresso do CDS foi um enorme vazio de ideias e de conteúdo.”

(Luís Lagos,
Público, 14.1.14)

 

O Congresso não decidiu nada, mas assistiu-se à montagem do presépio com mais três novos vice-presidentes.”

(Idem, ibidem)