- Edição Nº2094  -  16-1-2014

O Militante já saiu

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«Abril vive e viverá na luta do povo» é o principal título de capa da primeira edição do ano da revista O Militante, que remete para as comemorações dos 40 anos desse momento maior da História nacional que é a Revolução de Abril. A imagem é um pormenor de uma fotografia de Gilles Peress, que mostra os militares e o povo, juntos, festejando o fim do pesadelo fascista. Com o mesmo título, o texto de abertura aborda precisamente essas comemorações, que decorrerão ao longo de 2014.

Na rubrica PCP, Manuel Rodrigues, da Comissão Política, assina um artigo intitulado «Um Congresso para o aprofundamento do estudo sobre a vida, pensamento e luta de Álvaro Cunhal», onde se reflecte sobre o Congresso «Álvaro Cunhal, o Projecto Comunista, Portugal e o Mundo de Hoje», que se realizou em Outubro em Lisboa. Carlos Gonçalves, igualmente da Comissão Política, completa a secção com uma reflexão em torno de «O Partido Comunista, os Católicos e a Igreja – contributo de Álvaro Cunhal e breves notas de actualidade».

Em Autarquias, Jorge Cordeiro, do Secretariado e da Comissão Política, assina «Valorizar os resultados eleitorais, defender o poder local, prosseguir a luta», e João Frazão, na rubrica Tema, aborda «Os baldios e os 40 anos do 25 de Abril». A secção União Europeia é preenchida pelo artigo de Ângelo Alves, da Comissão Política, intitulado «União Europeia – Eleições em Tempo de Crise».

Duarte Alves, da JCP, valoriza a realização no Equador do 18.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que considera «mais um importante marco na luta anti-imperialista», e Américo Nunes recorda o 18 de Janeiro de 1934, homenageando os seus heróis.

O Militante publica ainda os documentos aprovados na reunião do Comité Central de 15 e 16 de Dezembro: o comunicado, as resoluções sobre os 40 anos da Revolução de Abril e sobre o reforço do Partido e ainda a deliberação sobre o trabalho de direcção.

A contra-capa é dedicada a Nelson Mandela, com uma fotografia e uma citação: «Não são os reis e os generais que fazem a história, mas as massas populares, os trabalhadores, os camponeses...»