Qualquer opção de reestruturação da dívida seria extremamente prejudicial para o país.”

(Miguel Poiares Maduro,
Público, 12.3.14)

 

Reestruturar a dívida é, muitas vezes, um acto de boa gestão.”

(Francisco Pinto Balsemão, ibidem)

 

“O princípio, o problema existe, mas não se pode falar dele.”

(José Castro Caldas, ibidem)

 

“Se não podemos falar sobre os nossos problemas, então teremos perdido a nossa independência.”

(Bagão Félix, ibidem)

 

“E o que é ser irrealista? Pensar que se pode cumprir o Tratado Orçamental não é também ser-se irrealista?”

(Idem, ibidem)

 

“Sem incentivos orçamentais e política cambial, não se percebe como é que Portugal pode crescer. E não crescendo, não se vê como será paga uma dívida que ascende hoje a 130% do PIB.”

(Pedro Adão e Silva,
Expresso, 15.3.14)

 

“Parece evidente a necessidade de se quebrar este consenso neoliberal, favorável à direita defensora do Estado mínimo.”

(André Freire,
Público, 15.3.14)

 

“As Forças Armadas estão serenas, mas não estão submissas nem submetidas às más vontades de quem quer que seja.”

(Lima Coelho,
Diário de Notícias, 16.3.14)

 

“Ora, se queriam um consenso, aqui o têm: era difícil imaginar que pessoas de quadrantes ideológicos tão díspares subscrevessem uma posição que há dois anos não passava de um enorme tabu.”

(Hugo Mendes,
Diário Económico, 17.3.14)

 

“[O PS] votou favoravelmente o tratado orçamental e a introdução de uma regra de disciplina orçamental na lei de enquadramento orçamental.”

(António José Seguro
Jornal de Notícias, 18.3.14)

 

“Portugal é um desses exemplos em que os gastos sociais deviam ter sido protegidos ou mesmo aumentados.”

(Herwig Immervoll,
Público, 18.3.14 )