Portugal está de luto com esta coisa [colapso do BES]. A elite portuguesa, política, empresarial e institucional, está toda posta em causa.”

(Miguel Cadilhe,
Diário Económico, 21.8.14)

 

O que também parece agora óbvio é que houve centralização a mais e escrutínio a menos [no GES].”

(Caetano Espírito Santo Beirão da Veiga,
Expresso, 23.8.14)

 

Devemos pedir desculpa.”

(Idem, ibidem)

 

Não estive estes três anos na sexta fila da bancada parlamentar a aguardar pela minha hora, a fazer planos para a minha vida, a comprar votos ou a ressuscitar mortos para poderem votar, como outros fizeram.”

(António Costa,
Ibidem)

 

Para minha surpresa a actual liderança do PS resolveu munir-se de um conjunto de mercenários, a coberto de agências de comunicação, que têm feito uma campanha difamatória a meu respeito.”

(Idem, ibidem)

 

[Marcelo Rebelo de Sousa] dá cada vez mais sinais, públicos e privados, de não querer ser candidato [a Presidente da República].”

(Marques Mendes,
SIC, 23.8.14)

 

Somos claramente contra qualquer aumento do IVA.”

(João Vieira Lopes,
Diário de Notícias, 24.8.14)

 

Sabemos que [em Portugal] aproximadamente 15 a 20% das pessoas saltam refeições, porque não têm dinheiro.”

(Henrique Barros,
Público, 24.8.14)

 

É indiscutível que se virmos o que era o Parlamento na Assembleia Constituinte e o que é hoje, há uma diferença enorme... Infelizmente para pior.”

(Artur Santos Silva,
Diário Económico, 25.8.14)

 

A contratação colectiva é um importante contributo para a paz laboral (...) Se esse instrumento desaparecer, a conflitualidade vai aumentar.”

(Luís Gonçalves da Silva,
Público, 25.8.14)

 

O que o PS sempre propôs foi ir mais devagar, fazer o mesmo que este Governo mas em doses menores.”

(António Costa,
Diário Económico, 26.8.14)