Aconteu
Ano escolar começa mal

Falta de professores e atrasos na sua colocação, falta de auxiliares educativos, turmas do 1.º ciclo com alunos de diferentes anos de escolaridade ou a existência de mais alunos por turma com necessidades educativas especais do que aqueles que são permitidos por lei são algumas das muitas dificuldades apontadas, na segunda-feira, 15, pela Federação Nacional dos Professores que marcaram a abertura do novo ano escolar.

«Tornou-se normal que o ano comece mal e portanto a normalidade da abertura que se instalou neste País é uma normalidade da anormalidade», declarou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

O dirigente sindical referiu ainda que muitos docentes que perderam o lugar nas escolas estariam próximos de reunir as condições legais para serem brevemente integrados nos quadros: «Achamos que há aqui malandrice».

 


Privatizações acima do objectivo

A receita das privatizações na actual legislatura corresponde a cerca de 9,2 mil milhões de euros, segundo o anteprojecto das Grandes Opções do Plano (GOP), divulgado, dia 15, pela Lusa.

O documento do Governo destaca que o valor obtido «ultrapassou o objectivo fixado no Memorando de Entendimento» e inclui as alienações feitas na EDP, REN, ANA – Aeroportos de Portugal, CTT – Correios de Portugal, Galp e os negócios dos seguros e de saúde da Caixa Geral de Depósitos.

Apesar disso, o Governo quer privatizar ainda EGF, a TAP e a CP Carga.

 


«Revolução dos Cravos» é feriado no Brasil

A Câmara Municipal de São Paulo, no Brasil, acaba de criar um feriado municipal dedicado ao 25 de Abril de Portugal, a que chamou «Dia da Revolução dos Cravos».

A decisão surgiu na sequência da semana de iniciativas em torno do 40.º aniversário da revolução portuguesa, promovida conjuntamente pelo município e o Centro Cultural 25 de Abril da Comunidade Portuguesa.

As comemorações incluíram um acto solene no salão nobre da Câmara com a participação do capitão de Abril, comandante Machado Santos, e uma noite cultural com os cantores Carlos do Carmo e Ivan Lins. Esteve ainda patente uma exposição alusiva à Revolução de Abril.

Foi então que foi feita a proposta que agora se concretiza e que irá levar o Município de São Paulo a comemorar anualmente «A Revolução dos Cravos». O município tem ainda pendente a proposta de dar o nome de «Revolução dos Cravos» a uma avenida da cidade.


«Até amanhã camaradas» nomeado para melhor filme

A longa-metragem «Até Amanhã Camaradas», do realizador Joaquim Leitão, está entre as cinco obras nomeadas para Melhor Filme dos Prémios Sophia 2014, anunciou dia 9, a Academia Portuguesa de Cinema.

Também a película «Quarta Divisão», igualmente da autoria de Joaquim Leitão, foi seleccionada para disputar o prémio.

A Academia tinha já anunciado que irá distinguir com os Prémios Sophia Carreira 2014 o realizador José Fonseca e Costa, o director de fotografia Eduardo Serra, e o produtor Henrique Espírito Santo.

Os nomes dos vencedores dos Prémios Sophia 2014 serão divulgados na cerimónia oficial de entrega dos galardões, que decorrerá no dia 8 de Outubro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

 


Praças da Armada na Revolução

Integrado nas Comemorações do Dia Nacional dos Praças e do dia da Revolta dos Marinheiros de 1936, a Associação de Praças, o Clube de Praças da Armada e as Edições Colibri promoveram, dia 12, no Auditório do Centro Cívico do Feijó, o lançamento do Livro «A Revolução de Abril – Praças da Armada».

A obra foi coordenada por José Boto, José Brinquete, José Bruno e Vítor Lambert e é dedicada aos praças, sargentos e oficiais da Armada e a todos os militares em geral que lutaram por um Portugal económico, social e culturalmente desenvolvido.

A edição inclui em primeira mão os principais documentos do 2.º Grande Plenário Geral das Praças dos Armada, compilados pelos próprios protagonistas da CDAP – Comissão Dinamizadora do Associativismo de Praças.


«Os Maias» chega às salas de cinema

O filme «Os Maias – Cenas da Vida Romântica», realizado por João Botelho a partir da obra de Eça de Queiroz, foi estreado, dia 11, em duas dezenas de salas de cinema do País.

Segundo declarou o realizador, o romance queirosiano, que narra a vida de três gerações de uma família da burguesia, assenta «como uma luva» no Portugal contemporâneo.

Também nessa altura Portugal esteve na bancarrota o que «obrigou a um empréstimo de um banco inglês ao País, demorando 99 anos a pagar, com a última prestação paga em 2001!», recordou o cineasta.

 



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