A PT Portugal tinha como PCA o presidente da Oi e como vice-presidente Luís Pacheco de Melo, em acumulação com o cargo de CFO da PT SGPS, pelo que sendo as pessoas indivisíveis é impossível defender que a Oi não tinha conhecimento de operações cujos presidente e vice-presidente da PT Portugal conheciam e/ou ordenavam.”

( Henrique Granadeiro,
Diário Económico, 15.1.15)

 

Sendo inquestionável […] que a Oi decidiu tais aplicações através da sua filial PT Portugal, é legítimo à PT SGPS denunciar o acordo de fusão.”

(Idem, ibidem)

 

Mudei de opinião porque a Oi mudou de projeto: da criação de uma multinacional de língua portuguesa passou para uma operação doméstica no Brasil, sacrificando a PT Portugal.”

(Idem,
Expresso, 15.1.15)

 

O exército estará disponível para reforçar os nossos níveis de segurança.”

( Charles Michel, primeiro-ministro belga,
Lusa, 16.1.15)

 

Fui dos que sentiram uma sensação de náusea pela manipulação que tomou conta dos discursos oficiais [com o massacre de Paris].”

( Manuel Loff,
Público, 17.1.15)

 

O facto de o BdP ter apresentado indicadores negativos mostra que o final do ano passado não foi tão bom como diziam.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
TVI, 18.1.15)

 

O que é impressionante nas sondagens presidenciais e legislativas realizadas nos últimos meses é que elas não se alteraram muito com a liderança de António Costa. Não sei se isto não é um cumprimento póstumo a António José Seguro.”

(Idem, ibidem)

 

Pedro Passos Coelho deve ser o único primeiro-ministro ou chefe de Estado no mundo para quem é indiferente a sorte de uma empresa [a TAP] nuclear nesse país.”

(Idem, ibidem)

 

[Estudo da Oxfam diz que] A parte do património mundial detida por 1% dos mais ricos passou de 44% em 2009 para 48% no ano passado e vai ultrapassar os 50% no próximo ano.”

(Visão, 19.1.15)

 

Outra questão que os pequenos accionistas não devem ignorar é que são os grandes accionistas que comandam o destino das empresas. O caso da PT é um bom exemplo.”

(Ulisses Pereira,
Negócios online, 19.1.15)

 

[José Luís Arnaut, antigo ministro de Durão Barroso e de Santana Lopes (PSD)] manteve contactos com o presidente executivo do BES, Ricardo Salgado, oferecendo a ajuda do Goldman Sachs para angariar dinheiro .”

( Wall Street Journal , 19.1.15)