Aconteu
CE reconhece aumento da pobreza

A Comissão Europeia reconheceu que os cortes nos apoios sociais afectaram «desproporcionalmente os mais pobres» e «as crianças com menos de 10 anos» em Portugal.
No relatório sobre o nosso País divulgado dia 26, Bruxelas constata que «o impacto das transferências sociais (excluindo as pensões) na redução da pobreza diminuiu de 29,2 por cento em 2012 para 26,7 por cento em 2013».
Em 2013, as crianças em risco de exclusão representavam 31,6 por cento, sendo que Portugal apresentou a maior subida deste indicador na União Europeia.
A Comissão salienta que entre Outubro 2010 e Agosto do ano passado cerca de 592 mil beneficiários perderam o acesso a apoios sociais para a infância.
Ao mesmo tempo anota que, entre 2012 e 2013, houve um aumento de 210 mil pessoas em risco de pobreza e exclusão social (27,4 por cento da totalidade da população portuguesa), o maior aumento da União Europeia.


Salário mínimo mais generalizado

A proporção de trabalhadores abrangidos pelo salário mínimo aumentou de cinco por cento em 2005 para os 12,9 por cento em 2014, mas esta percentagem atinge os 21 por cento nos sectores hoteleiro e dos serviços alimentares e noutros sectores de serviços, indicam dados da Comissão Europeia.
Bruxelas assinala, no entanto, que os efeitos do último aumento do salário mínimo «no emprego e na competitividade são relativamente pequenos», considerando que a medida contribui para travar a queda dos rendimentos dos que estão na base da escala salarial.


30 mil partiram para Inglaterra

Cerca de 30 mil portugueses chegaram ao Reino Unido em 2014 para trabalhar, o que representa um aumento de um por cento em relação ao fluxo observado no ano anterior.
De acordo com o boletim estatístico do Ministério do Trabalho britânico, esta estabilização relativa contrasta com o ano anterior em que se verificou um aumento de 47 por cento dos imigrantes portugueses, registados na segurança social britânica.
Portugal é assim o sétimo país com mais nacionais naquele país.


Milionários portugueses<br>na lista da Forbes

Américo Amorim, Belmiro de Azevedo e Alexandre Soares dos Santos são os três multimilionários portugueses que figuram na lista das maiores fortunas mundiais, divulgada dia 2, pela revista Forbes.
Amorim, de 80 anos, surge no 369.º lugar, com 4,4 mil milhões de dólares (3,9 mil milhões de euros), seguido de Belmiro de Azevedo, 76 anos, 949.º lugar, com dois mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros). O terceiro mais rico de Portugal é Alexandre Soares dos Santos, 80 anos, com uma fortuna estimada em 1,8 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros).
À cabeça da lista surge o norte-americano Bill Gates, com 79,2 mil milhões de dólares, segue-se o mexicano Carlos Slim, com 77,1 mil milhões de dólares, e o investidor norte-americano Warren Buffett com 72,1 mil milhões de dólares.
Em quarto lugar está o empresário espanhol, Amancio Ortega, de 78 anos, proprietário de marcas como a Zara, com 64,5 mil milhões de dólares.


UC distingue José Quitério

O jornalista e gastrónomo José Quitério foi distinguido, dia 1, com o «Prémio Universidade de Coimbra 2015», um dos mais relevantes galardões nas áreas da ciência e da cultura.
Com 72 anos de idade, natural de Tomar, José Quitério foi estudante da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, que não chegou a concluir, tornando-se conhecido pela crítica gastronómica desenvolvida ao longo de 38 anos no semanário «Expresso».
Além da escrita para imprensa, é autor de diversas obras sobre alimentação e gastronomia portuguesa, nomeadamente de «Escritores à mesa (e outros artistas)» (2010), que venceu o «Prémio Literatura gastronómica» nos «World Cookbook Awards».


Subterrâneo da Liberdade<br>na Biblioteca do Seixal



Resumo da Semana
Frases