Breves
Chipre levanta controlo de capitais

O governo cipriota levantou, dia 6 de Abril, as últimas restrições à saída de capitais da ilha.

Em concreto terminaram os limites de 20 mil euros para transferências para bancos estrangeiros e de dez mil euros para quem saísse do país, em vigor desde há dois anos, após o colapso do sistema bancário, que provocou o encerramento do Banco Laiki, a maior instituição privada do Chipre.

As restrições na circulação de capitais foram impostas juntamente com perdas para os depositantes com valores superiores a 100 mil euros. Até ao final de 2013, os levantamentos estiveram limitados a 300 euros diários.


Papa reconhece genocídio

O papa Francisco reconheceu publicamente, dia 12, o genocídio dos arménios, perpetrado pelo Império Otomano entre 1915 e 1917 e ainda hoje negado pela Turquia. Mais de 1,5 milhões de pessoas foram então eliminadas, tendo milhões de outras fugido ao extermínio.

Durante uma missa em memória das vítimas, celebrada com o patriarca arménio Nerses Bedros, o papa descreveu pela primeira vez como «genocídio» o massacre do povo arménio.

O governo turco chamou no próprio dia o representante do Vaticano em Ancara para que explicasse a posição do papa.


Sobreviventes comemoram libertação

Oitenta sobreviventes assinalaram, dia 11, os 70 anos da libertação do campo de concentração nazi de Buchenwald.

Localizado na Turíngia, no Leste da Alemanha, este campo de trabalhos forçados foi um dos primeiros a ser libertado pelas tropas aliadas, neste caso, pelo 3.º Exército norte-americano.

Entre 1937 e 1945 aqui estiveram detidas mais de 250 mil pessoas, 56 mil das quais perderam a vida.

À sua chegada, os aliados encontraram 21 mil pessoas, entre as quais 900 crianças. Actualmente, este campo da morte está transformado em memorial às vítimas do terror nazi.