Aconteu
Queixas aumentam com liberalização

As queixas no sector da energia cresceram desde que entrou em funcionamento o mercado liberalizado, revelou, dia 6, a associação de defesa dos consumidores (DECO).
As reclamações estão ligadas à celebração de novos contratos. O não cumprimento dos prazos, a não prestação de informação aos consumidores e situações de dupla facturação são os casos mais comuns, mas há também queixas de práticas comerciais desleais.
A DECO informa que é cada vez mais frequente o recurso a «práticas enganosas na angariação de novos clientes», através de contratos ao domicílio ou por telefone, salientando que estes contratos podem ser anulados.


Municípios contestam venda da EGF

Os municípios da Amadora, Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira interpuseram, dia 10, uma acção judicial contra a decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) de aprovar a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF).
Em comunicado conjunto, consideram que esta decisão «não teve em conta os argumentos e factos expostos pelos municípios», cujas «responsabilidades e competências foram ignoradas pela AdC e pelo Governo em todo o processo de privatização da EGF».
Os municípios sublinham ainda que a concentração das empresas da EGF no grupo privado SUMA/Mota Engil não só garante uma posição dominante no mercado, como acarreta «graves prejuízos para as populações e trabalhadores».


Desempregados suprem necessidades<br>das escolas

Desde o início de Janeiro, as escolas assinaram 1292 contratos emprego-inserção (CEI) com desempregados e beneficiários do rendimento social de inserção, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), divulgados dia 8 pela Agência Lusa.
Estes números comprovam que as necessidades das escolas têm vindo a ser supridas com recurso aos CEI, apesar da oposição de muitos directores escolares, que contestam a utilização de pessoas sem qualquer tipo de preparação para lidar com crianças e jovens ou até mesmo para desempenhar as tarefas mais comuns nas escolas.


Gustavo Veloso vence Volta<br> a Portugal

Gustavo Veloso sagrou-se, dia 9, vencedor da Volta a Portugal em bicicleta pela segunda vez consecutiva.
Veloso, de 35 anos, originário da Galiza, repetiu o triunfo de 2014 e partilhou o pódio com o português Joni Brandão e o seu compatriota Alejandro Marque, depois de ter percorrido os 1550,7 quilómetros da competição em 40:00.39, com 2.12 minutos de vantagem sobre Brandão e 2.19 face a Marque.
Gustavo Veloso foi ainda o vencedor da classificação por pontos, enquanto o prémio da montanha foi conquistado por Bruno Silva. Ao russo Aleksey Rybalkin, 15.º da geral, coube o prémio de melhor jovem desta edição.
A última etapa, que ligou Vila Franca de Xira a Lisboa, foi vencida pelo italiano Matteo Malucelli, que cumpriu a distância de 132,5 quilómetros em 3:33.27 horas.


Sporting conquista supertaça

O Sporting conquistou, no domingo, 9, a Supertaça Cândido de Oliveira, vencendo o jogo inaugural da época por uma bola a zero frente ao Benfica.
O golo da vitória surgiu aos 53 minutos a partir de um remate de Carrillo fora da área, que foi desviado para dentro da baliza adversária pelo colombiano Téo Gutierrez.


«Pátio das Cantigas»<br>é sucesso de bilheteira

A comédia «O Pátio das Cantigas», de Leonel Vieira, somou na primeira semana de exibição mais de 134 mil espectadores, o que o coloca entre os dez filmes portugueses mais vistos da década.
De acordo com os dados estatísticos do Instituto do Cinema e Audiovisual, o filme já proporcionou cerca de 693 mil euros de receita bruta de bilheteira, desde que se estreou a 30 de Julho.
O filme é a primeira de três homenagens de Leonel Vieira aos clássicos do cinema português e baseia-se no filme realizado em 1942 por Francisco Ribeiro (Ribeirinho), com Vasco Santana e António Silva nos principais papéis.



Resumo da Semana
Frases