Forte dinâmica <br>no distrito do Porto

Jorge Machado, primeiro candidato da lista da CDU pelo círculo eleitoral do Porto, tem contactado, nos últimos dias, com diversos empresários da indústria, do comércio, dos serviços e da restauração, aprofundando o conhecimento da realidade e das consequências da política de desastre do Governo.

«As muitas promessas que PSD e CDS fizeram há quatro anos são bem distintas da realidade que o País viveu, com o Governo a deixar que a banca esmague e leve à falência muitas pequenas empresas», denuncia, em nota de imprensa, a Coligação PCP-PEV, salientando que «o resultado das opções políticas do actual Governo, que agravou o que tinha feito o governo PS, traduz-se em mais de 100 mil insolvências e 250 mil empresas tecnicamente falidas».

No dia 12, uma delegação da CDU (integrando Jorge Machado, Jaime Toga, da Comissão Política do Comité Central do PCP, e Paulo Queirós, eleito na Assembleia Municipal da Trofa) reuniu-se e visitou o Destacamento e Comando do Ponto da Trofa da GNR. Esta reunião confirmou a análise e preocupações da Coligação PCP-PEV, evidenciando como marca fundamental da política prosseguida pelo anterior e pelo actual Governo o desinvestimento, a degradação das condições de trabalho, o desrespeito pelos direitos e dignidade dos profissionais das forças de segurança.

A CDU defende, no País e no distrito, a melhoria das instalações e equipamentos, a dotação do número de efectivos suficiente, adequando o dispositivo policial à missão fundamental de garantir a segurança e tranquilidade das populações. Considera ainda a necessidade do reconhecimento da natureza civil de todas as forças de segurança, bem como o reconhecimento do risco da sua missão.

No dia anterior, 11, Jorge Machado, acompanhado por eleitos e dirigentes locais da CDU, esteve com a direcção dos Bombeiros Voluntários de Vila das Aves, a quem manifestou as suas preocupações quanto ao subfinanciamento das corporações de bombeiros, assente no transporte de doentes, que não assegura as verbas necessárias para as missões de emergência e combate a incêndios. O candidato criticou ainda a política florestal do Governo e a falta de medidas eficazes de prevenção dos fogos florestais.




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