O percurso de Ernesto Cartaxo está profundamente ligado à luta dos trabalhadores
Mandatário nacional de Edgar Silva
José Ernesto Cartaxo mandatário

José Ernesto Cartaxo é o mandatário nacional da candidatura de Edgar Silva à Presidência da República. No seu trajecto de vida destaca-se a profunda ligação às organizações e à luta dos trabalhadores.

Natural de A-dos-Loucos, Freguesia de S. João dos Montes, Vila Franca de Xira, José Ernesto Cartaxo começou a trabalhar, por conta de outrem, aos dez anos de idade, nos telhais, descritos por Soeiro Pereira Gomes no livro Esteiros. Participou activamente, desde muito novo, no movimento associativo da região.
Activista sindical antes do 25 de Abril, foi preso político, como militante do PCP, entre 1971 e 1973, em Caxias e Peniche. Foi membro do Comité Central de 1988 a 2008.
Foi delegado sindical e membro da Comissão de Trabalhadores da MEC (1973-1975), presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Lisboa de 1975 até ao Congresso de Todos os Sindicatos, realizado em Janeiro de 1977, e presidente da Assembleia-Geral do mesmo sindicato até Fevereiro de 2011.
Membro da Comissão Organizadora do Congresso de Todos os Sindicatos, em 1977, foi eleito para o Conselho Nacional da CGTP-IN e para a sua Comissão Executiva, sucessivamente, até ao 11.º congresso, realizado em Fevereiro de 2008.
Foi presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira (1993-1997) e vereador, eleito pela CDU, naquela Câmara Municipal (1997-2003). Membro do Conselho Económico e Social de 1987 até 2008, é, actualmente, presidente do IBJC – Instituto Bento de Jesus Caraça.

Outro País é possível

«Não podemos capitular perante o intolerável ataque às funções sociais do Estado, face ao corte no investimento público e à desagregação da Administração Pública. Não podemos ser cúmplices do ataque ao Serviço Nacional de Saúde e à Escola Pública. Não podemos aceitar a ofensiva contra o trabalho com direitos. Não podemos pactuar com o corte nas prestações sociais, com o roubo aos rendimentos, com a brutal injustiça fiscal, com o desemprego, a precariedade, a violação de direitos, enquanto se refina a protecção e o apoio ao grande capital, que não pára de aumentar os seus colossais lucros.  
Este é um caminho inaceitável. Este não é o Portugal que a Constituição configura. Um outro Portugal é possível e está nas nossas mãos alcançá-lo. E é em nome da luta por esse futuro que assumo esta candidatura.»

Da Declaração de Candidatura de Edgar Silva
à Presidência da República




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