“Caiu a fraude do 'arco da governação'. Todos os partidos são detentores legítimos da vontade do povo, expressa em eleições.”

(Agostinho Lopes,
Diário Económico, 28.12.15)

 

“Nem três meses passados das eleições (dois dos quais com governos PSD/CDS), a verdade aí está, nua e crua. O desemprego aumentou, sendo evidente que muitos despedimentos coletivos de grandes dimensões foram adiados pelas entidades patronais para depois das eleições – contributo do patronato para a grande farsa da 'recuperação económica'.”

(Rui Sá, JN, 28.12.15)

 

“Mas a farsa continua e, agora, é Marcelo Rebelo de Sousa, que tão bem defendeu o Governo da coligação PSD/CDS durante os últimos quatro anos, que, com ar compungido (mas espírito de abutre), vai ao Hospital de S. José dizer que não é 'bom principio' fazer cortes no SNS... Por isso desejo que, em 2016, se continue a castigar os mentirosos.”

(Idem, ibidem)

 

“Usando a média dos últimos três anos de OE, um BANIF custa 15 anos de Cultura.”

(Tiago Mota Saraiva,
i, 28. 12.15)

 

"Um dos objetivos [do protesto realizado junto a grandes superfícies comerciais do Norte] é alertar para a prática de terrorismo comercial que tem vindo a acontecer por parte da grande distribuição relativamente aos produtores [de carne de suíno]”.

(João Correia,
DN, 28.12.15)

 

“Salário mínimo pago aos mais qualificados.”

(Título do JN, 26.12.15)

 

“Não sou como aqueles que, desde pequeninos, se prepararam para ser Presidente da República. Preparei-me, sim, durante muitos anos, para estar no meio dos mais pobres, junto dos mais explorados na sociedade.”

(Edgar Silva,
Expresso, 24.12.15)

 

“Antes de David, quatro doentes com rutura de aneurisma morreram durante o fim de semana por falta de operação.”

(Pós-título do Expresso, 24,12,15)

 

“E há os desempregados aos milhares, muito mais do que as estatísticas da mentira no-lo dizem. E há o que nos não dizem, num embuste e numa omissão raramente observados.”

(Baptista-Bastos,
Correio da Manhã, 23.12.15)

 

“E em democracia há sempre [alternativas]. E essa, a alternativa, é-nos oferecida pelas ideologias. Recusá-las é o mesmo que aceitar o pensamento único tão próprio das ditaduras.”

(Nuno Saraiva,
DN, 23.12.15)