Aconteu
Banca reduz postos de trabalho

Os principais bancos a operar no país prosseguiram a política de redução de postos de trabalho e de agências em 2015.
No total, as diferentes instituições, com excepção do Novo Banco que não apresentou resultados, reduziram 872 trabalhadores.
A Caixa Geral de Depósitos lidera a lista com menos 448 efectivos, encerrando o ano com 8410 trabalhadores em Portugal. Seguiu-se o BCP, que conta agora com 7459 trabalhadores na actividade doméstica, ou seja, menos 336 pessoas.
A redução de trabalhadores foi mais modesta no BPI e Santander Totta (63 e 25 trabalhadores, respectivamente).
Quanto à rede de distribuição, a CGD fechou 22 balcões em 2015, tendo ficado com 764, e o BCP encerrou 24, restando-lhe 671.
O BPI tinha 597 agências no final do ano (menos 52 balcões) e o Santander Totta 560 (menos 19).


Pela igualdade no tratamento do cancro

Uma petição reclamando o fim das desigualdades no acesso ao rastreio, diagnóstico e tratamento do cancro da mama, foi entregue, dia 4, no Parlamento.
A iniciativa, que recolheu 25 mil assinaturas, foi promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, que, simbolicamente, fez coincidir a entrega do documento com o Dia Mundial de Luta Contra o Cancro.
A Liga salienta que a oncologia tem sido «um parente pobre» dos últimos governos e que os direitos dos doentes oncológicos são constantemente atropelados.
Defendendo o acesso equitativo dos doentes com cancro aos cuidados adequados, a Liga pretende que seja criado na Assembleia da República um grupo de reflexão sobre este assunto, que «é o principal problema de saúde pública a nível nacional».


«Político mentiroso» dado a Le Pen

O prémio de político mentiroso do ano em França foi atribuído, dia 5, a Marine Le Pen, líder do partido de extrema-direita Frente Nacional.
Criado pelo comentador político Thomas Guénolé, o prémio conta com um júri encarregado de verificar as informações veiculadas por figuras políticas.
Desta vez, destacaram as falsas afirmações de Le Pen sobre o número e composição de género dos refugiados que chegam à União Europeia.
O anterior vencedor do prémio foi o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.


Metropolitana estreou obra de Pinho Vargas

A Orquestra Metropolitana de Lisboa estreou, dia 7, o concerto para violino de António Pinho Vargas, dedicado à memória do violinista arménio Gareguin Aroutiounian, que se radicou em Portugal nos anos 80.
Para António Pinho Vargas, que conviveu com Aroutiounian no corpo docente da Escola Superior de Música de Lisboa, o violinista foi «um professor excepcional e um homem notável que deixou marcas em todos com quem se cruzou».
A obra resultou de uma encomenda do Centro Cultural de Belém e teve como solista a violinista de origem ucraniana, Tamila Kharambura.


«Menino-prodígio» premiado pela SPA

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) atribuiu, dia 3, o Prémio Pedro Osório ao álbum «Menino-prodígio» de José Cid, cantor, compositor e músico que completou 74 anos.
O álbum foi editado em Abril do ano passado, tendo sido definido pelo autor como «roqueiro, de combate e interventivo». Entre as três faixas consta um tema recuperado do Quarteto 1111, grupo de que José Cid foi fundador em 1967 e que teve dezenas de músicas censuradas pela ditadura fascista.
O Prémio Pedro Osório, que distingue anualmente um nome e uma obra relevantes na vida musical portuguesa, foi anteriormente atribuído a Pedro Abrunhosa, Rão Kyao, Jorge Palma e Janita Salomé.


Materialismo e ciência de Ana Pato

«Materialismo e Idealismo na Física do Final do Século XIX e Início do Século XX a partir de Materialismo e Empiriocriticismo de Lénine. O caso exemplar da interpretação bohriana da mecânica quântica» – tal é o título da dissertação de mestrado de Ana Henriques Pato, em História e Filosofia das Ciências, agora editada em livro.
A obra, que estuda um dos mais importantes trabalhos de Vladímir Ilitch Lénine no campo da teoria do conhecimento, traz para a actualidade o confronto entre o idealismo e o materialismo na interpretação dos resultados da ciência, neste caso na mecânica quântica.
Sob a chancela da Nota de Rodapé Edições, o livro foi apresentado, dia 29 de Janeiro, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.



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