“O Banco de Portugal reitera o seu apoio à implementação, pela equipa de gestão [de Stock da Cunha], do plano de reestruturação oportunamente apresentado e aprovado pelas autoridades europeias.”

(Comunicado do BdP,
Lusa, 25.2.16)

 

“[De acordo com] o plano de reestruturação imposto pela União Europeia (...), o banco terá que reduzir em 2016 cerca de 500 trabalhadores através do recurso a um despedimento colectivo.”

(C. Nacional de Trabalhadores do Novo Banco,
Diário de Notícias, 25.2.16)

 

“Não é aceitável que os trabalhadores do Novo Banco sejam os que neste momento têm de pagar a factura com a destruição do seu próprio emprego.”

(Arménio Carlos,
TVI24, 26.2.16)

 

“Há que pôr o Novo Banco ao serviço do povo.”

(Idem, ibidem)

 

“Julgo que era importante que o Governo esclarecesse rapidamente que não tenciona deixar nenhuma porta aberta para a nacionalização do banco.”

(Passos Coelho,
TSF, 26.2.16)

 

“[Passos Coelho] acha prestigiante andar debaixo das saias da [Angela] Merkel.”

(Alberto João Jardim,
Jornal i, 26.2.16)

 

“O problema não é apenas o Novo Banco mas, como começa a ser ululantemente óbvio, o sistema financeiro português, onde quatro dos cinco maiores bancos estão a viver situações muito difíceis.”

(Nicolau Santos,
Expresso, 27.2.16)

 

“O descalabro da banca portuguesa é o reflexo do descalabro da economia nacional após quatro anos de austeridade.”

(Idem, ibidem)

 

“Seria curioso demitir-me por um pequeno incidente.”

(Carlos Costa,
Ibidem)

 

“Não há consenso possível no curto prazo sobre a renegociação da dívida.”

(Carlos Moedas,
Público, 29.2.16)

 

“As bolhas têm um hábito terrível, é que, mais tarde ou mais cedo, rebentam.”

(Abel Sequeira Ferreira,
Diário Económico, 29.2.16)

 

“É preciso dizer que o jornalismo do cidadão é uma treta. O jornalismo custa dinheiro, tem de ter ética, código deontológico, tem de ser remunerado.”

(Carlos Magno,
Lusa, 29.2.16)