Melhores salários com luta

El Corte Inglés anunciou aos trabalhadores, por escrito, que o salário mínimo na empresa passa a ser de 600 euros, informou o Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, na sexta-feira, dia 4.

Na véspera, o CESP/CGTP-IN tinha já revelado que, também no sector da grande distribuição, o Lidl comunicou formalmente o aumento dos salários dos operadores em 35 euros, a partir deste mês, depois de ter fixado em 600 euros, desde Janeiro, o salário mínimo na empresa. Os salários dos «operadores de 1.ª» e dos «operadores especializados» passam a ser de 690 e 790 euros, respectivamente. O CESP valoriza este acréscimo, que ocorre «no seguimento de várias lutas dos trabalhadores, que há já cinco anos não tinham qualquer aumento do seu salário-base», mas avisa que «não baixa os braços relativamente a todas as outras matérias inscritas no caderno reivindicativo» e que ainda não tiveram resposta positiva.
Recentemente, o CESP anunciara que o Lidl corrigiu, no final de Janeiro, o valor do trabalho prestado ao domingo por trabalhadores a tempo parcial, acabando com este caso de discriminação.

Ficou concluída a revisão do contrato colectivo de trabalho no sector de drogas e produtos químicos do Norte, que aguarda publicação oficial no Boletim do Trabalho e Emprego, destacando o CESP que ficou preservado o direito a férias até 25 dias úteis (por majoração sem faltas injustificadas), bem como o gozo de dois períodos de 15 dias de licença de parentalidade, um subsídio de risco no transporte de mercadorias perigosas e um seguro adicional por acidente. Os novos valores dos salários vão de 531 a 963 euros.

 



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