“Não queremos um SNS para os pobres.”

(Adalberto Campos Fernandes,
Expresso, 19.3.16)

 

“Um ministro da Saúde não é um contabilista da saúde.”

(Idem, ibidem)

 

“Não quero um SNS pago pelos portugueses, com os seus impostos, que obedeça a regras do mercado.”

(Idem, ibidem)

 

“O PSD viveu estes meses com a ideia que íamos ter eleições a muito curto prazo. É melhor tirar o cavalinho da chuva; Portugal não vai ter eleições a curto prazo.”

(Marques Mendes,
SIC, 20.3.16)

 

“Um em cada três deputados que integram a comissão que analisa o impeachment de Dilma [Rousseff] está indiciado pela Justiça, muitos deles por corrupção. É avassalador.”

(Editorial do Público,
20.3.16)

 

“O acordo [da UE] com a Turquia é o mais sórdido que eu já vi na política europeia moderna.”

(Wolfgang Münchau,
Diário de Notícias, 21.3.16)

 

“No dia em que os líderes da UE assinaram o acordo, Recep Erdogan, o presidente turco, revelou tudo: "A democracia, a liberdade e o Estado de direito... Para nós, essas palavras já não têm absolutamente nenhum valor".”

(Idem, ibidem)

 

“[A saída do euro] é uma condição necessária, embora não suficiente para mudar a estrutura da economia portuguesa.”

(Nuno Teles,
Público, 21.3.16)

 

“Reformas ambiciosas continuam a ser necessárias na maioria das economias da Zona Euro dado o baixo potencial de crescimento e o elevado desemprego estrutural.”

(Benoît Cœuré,
Jornal de Negócios, 21.3.16)

 

“Manifesto anti-espanholização da banca junta 50 empresários e economistas.”

(Título do Diário Económico, 21.3.16)

 

“Destruir uma ponte é fácil e rápido; reconstruir é uma tarefa mais complexa.”

(Raúl Castro,
Público, 22.3.16)

“Não prevemos revisão constitucional no curto prazo.”

(António Costa,
Ibidem)