Aconteu
Municípios assinalam Dia Mundial da Saúde

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis (RPMS) comemorou na semana passada o Dia Mundial da Saúde com a realização de caminhadas, debates temáticos, rastreios de saúdes e aulas de ginástica.
A prevenção da diabetes é o principal objectivo das «práticas e actividades saudáveis», já que este foi o tema escolhido pela Organização Mundial de Saúde para as comemorações da efeméride, assinalada no dia 7.
A RPMS foi criada em 1997, com o objectivo de desenvolver o projecto «Cidades Saudáveis». Actualmente, a rede é composta por 30 municípios para os quais a promoção da saúde é assumida «como uma prioridade da sua agenda política».


Portugueses estão mal de saúde

Portugal é o país da União Europeia com a terceira maior percentagem de pessoas que avaliam o seu estado de saúde como mau. Pouco mais de metade dos portugueses diz estar de boa saúde.
Segundo dados relativos a 2014, publicados dia 6 pelo Eurostat, 52,9 por portugueses, com idades entre os 25 e os 64 anos, consideram-se de muito boa ou boa saúde; 35,8 por cento em razoável estado de saúde e 11,3 por cento em mau ou muito mau.
Na percentagem de pessoas que avaliam a sua saúde como má, Portugal só é ultrapassado pela Croácia (13,4%) e pela Hungria (11,4%), sendo a média da UE de 6,8 por cento. Já a média da UE dos cidadãos de boa saúde eleva-se a 73,6 por cento.


Trabalhadores processam Siderurgia

Antigos trabalhadores da Siderurgia Nacional, no Seixal, avançaram com novas queixas em tribunal contra a empresa, alegando burla, ameaças e coação durante o processo de despedimento, que ocorreu em 2001.
Os queixosos, um grupo de seis trabalhadores, afirmam que não foram cumpridas as promessas de garantia dos postos de trabalho e que foram ameaçados de despedimento colectivo, caso não aceitassem o acordo para sair da empresa.
Segundo lembrou o advogado à Lusa, dia 11, duas centenas de trabalhadores assinaram a rescisão dos seus contratos, em 2001, em troca da promessa de serem integrados em novas empresas, depois de frequentarem cursos de formação profissional. «Se não fosse a promessa de criarem postos de trabalho, ninguém tinha rescindido».


Cinemateca premiada em França

A Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema recebeu, dia 11, o Prémio Henri Langlois, que anualmente distingue uma instituição «pelo seu trabalho, pela vontade de preservar, divulgar e restaurar tesouros cinematográficos».
«A cinemateca de Portugal é uma grande cinemateca europeia, mundial, com uma coleção excepcional», declarou Frédéric Vidal, director-geral da associação que atribui o galardão.
O prémio, atribuído na categoria «Cinematecas e Restauros» foi entregue na Maison de la Radio, durante a cerimónia de encerramento do festival «Rencontres Internationales de Cinéma de Patrimoine & Prix Henri Langlois».


Morreu Francisco Nicholson

Faleceu anteontem, 12, aos 77 anos, o actor, autor, encenador e dramaturgo Francisco Nicholson. Nascido em Lisboa, começou a fazer teatro no Liceu Camões. Iniciou-se como profissional no teatro infantil e integrou a Companhia Nacional de Teatro, o Teatro Villaret e o Teatro Estúdio de Lisboa, representando peças de grandes nomes da dramaturgia.
No teatro de revista e na televisão tornou-se conhecido do grande público. Estava em cena com «Tudo a nu» no Teatro ABC, no Parque Mayer, no dia 25 de Abril de 1974, tendo aproveitado o fim da censura para repor a peça na íntegra com o título «Tudo a nu com parra nova».
Foi co-fundador da Cooperativa Teatral Adoque e impulsionador da Casa do Artista.
No início dos anos 80 criou, com Nicolau Breyner, a primeira telenovela portuguesa, «Vila Faia», prosseguindo, depois, a trabalhar em ficção televisiva com notável êxito. Em 2014 estreou-se como romancista, editando «Os mortos não dão autógrafos».


Teatro do Oprimido apresentado no Porto

A apresentação do livro «Teatro do Oprimido, Raízes e Asas: uma teoria da práxis», da autoria de Bárbara Santos, encerrou, dia 3, o ciclo Arte e Cidadania, promovido pela associação artística PELE, no Mira Fórum, no Porto.
A obra marca as comemorações de aniversário do dramaturgo brasileiro Augusto Boal, e celebra os 30 anos do Centro de Teatro do Oprimido (CTO).
A autora trabalhou duas décadas com Augusto Boal, como coordenadora geral do CTO, na concepção e desenvolvimento do Teatro e da Estética do Oprimido.
Difusora do Teatro das Oprimidas, inovadora experiência estética sobre opressões enfrentadas por pessoas socializadas como mulheres, é actualmente directora artística da Rede Ma(g)dalena Internacional.



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