“No futebol, o meu salário equivale ao de um defesa direito de um clube do meio da tabela.”

(António Mexia, presidente da EDP,
Sábado, 2.6.16)

 

“O aviso à navegação é este: se insistirmos em pôr a ideologia à frente da realidade, acabaremos a produzir ilusões e não a fazer o nosso primeiro dever: melhorar, na medida do possível, as políticas viáveis para as pessoas em concreto.”

(Paulo Portas,
Assembleia da República, 2.6.16)

 

“O único campeonato da Europa que está em andamento é o campeonato brasileiro.”

(Jorge Jesus,
TVI24, 2.6.16)

 

“Não há uma rutura dramática [com a austeridade] que mereça desfiles e procissões. ”

(Sérgio Sousa Pinto,
Público, 3.6.16)

 

“Portugal deixou de ser um pau-mandado além da troika.”

(Eduardo Cabrita,
Jornal de Negócios, 3.6.16)

 

“Temos neste momento a direita mais inútil que jamais existiu desde o 25 de Abril. E até o Presidente Marcelo, que é de direita e foi eleito pela direita, está sem paciência para os aturar.”

(Leonel Moura,
Ibidem)

 

“Essa ideia de que não há alternativas é a ideia mais perigosa, porque quando não há alternativa não há escolha e quando não há escolha não há democracia.”

(António Costa,
Diário de Notícias, 4.6.16)

 

“Os socialistas aprovaram o Tratado Orçamental, os socialistas são o principal baluarte, depois do PPE [Partido Popular Europeu], da política dos últimos cinco anos de ajustamento.”

(Pacheco Pereira
Lusa, 4.6.16)

“Europa virou o maior "cisne negro" da economia.”

(Título do Económico, 6.6.16)

 

“É mentira que os nossos portos sejam muito caros.”

(Ana Paula Vitorino,
Negócios, 6.6.16)

 

“Não é por as pessoas trabalharem muitas horas que vamos ter grandes ganhos de produtividade.”

(Mário Caldeira,
Dinheiro Vivo, 6.6.16)

 

“Apesar das greves resultados dos portos atingiram valor recorde.”

(Título do Diário de Notícias, 7.6.16)

 

 (António Araújo,
Ibidem)