O colectivo estará à altura das exigências suplementares da construção da 40.ª Festa do Avante!
As jornadas de trabalho já começaram
O impressionante poder<br>do colectivo
De vários pontos do País acorreram ao terreno da Festa, no fim-de-semana, dezenas de militantes e amigos do Partido, que lançaram mãos à obra na construção da 40.ª edição da Festa do Avante!, a primeira que integrará o novo terreno da Quinta do Cabo. Até ao início de Setembro, há trabalho para todos.

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Conscientes da exigência suplementar que representa a implantação da Festa deste ano, devido ao alargamento do terreno e às alterações que ele impôs, os construtores acorreram em grande número à primeira jornada de trabalho, realizada no sábado e no domingo. As tarefas a que tiveram que corresponder foram diversas, da capinagem da erva à preparação de materiais e ferramentas, da construção de armazéns e bancadas às marcações no terreno e à montagem das estruturas de tubo.

Todas foram concretizadas com a mesma alegria e o mesmo esmero, ao mesmo tempo que prosseguem os trabalhos mais «profissionais», feitos por uma equipa fixa da Festa, particularmente de construção de infra-estruturas de água, saneamento, energia e telecomunicações, para além das estradas.

Particular emoção sentiam os que, por força da organização a que pertencem ou da tarefa que lhes fora atribuída, trabalharam no novo terreno da Quinta do Cabo, onde algumas estruturas já montadas e a relva que aqui e ali desponta deixam já antever como será a Festa naquele novo espaço, com um fantástico panorama sobre o Tejo. Mas as diferenças na própria Quinta da Atalaia são já visíveis, desde a nova distribuição de algumas áreas ao alargamento e reorganização dos caminhos. É uma nova Festa, maior e melhor, que está a nascer...

O que não muda, e seguramente não mudará nunca, é a alegria com que os construtores da Festa se entregam ao trabalho, com a determinação de quem constrói algo em que se revê e que lhe pertence. Essa alegria, presente também nos momentos de convívio, emana precisamente de onde Álvaro Cunhal referiu: «da profunda convicção de que é justa, empolgante e invencível a causa por que lutamos».

Os comunistas e os seus amigos têm muito trabalho pela frente até à abertura da Festa, a 2 de Setembro. Mas do que se conhece de anos anteriores e com a tenacidade demonstrada pelos participantes na jornada do fim-de-semana, tudo vai estar pronto a tempo para receber os visitantes de uma Festa que ficará na história.

 



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