Os artistas

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Aldina Duarte

Uma das grandes vozes do fado, com singular capacidade interpretativa, e também letrista inspirada e profícua, Aldina Duarte conta com uma longa lista de concertos, pisou os palcos das melhores salas em Portugal e no estrangeiro, fixou-se em incontornáveis registos em disco e no cinema, avançou por outros arrojados projectos. Na Festa a sua voz já marcou momentos inesquecíveis para um público que se tem mostrado fiel na presença e generoso no aplauso.

 

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Ana Moura

Com Ana Moura, o fado meneia entre tradição e actualidade, namorando às claras o melhor que a música popular tem produzido. Ao vivo, o timbre sensual, grave, é elevado pela forte presença da cantora, que despertou as atenções de reconhecidos ícones do espectáculo, de Maria da Fé aos Rolling Stones e a Prince, e que foi já aplaudida em muito ambicionados palcos do mundo. Esteve na Festa com o seu primeiro disco, «Guarda-me a vida na mão», e voltou em vésperas de lançar o «Desfado», assumido como momento de viragem. Agora é «Moura».

 

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Antonio Portanet
– homenagem a Federico García Lorca

Com Pedro Jóia (guitarra), Norton Daiello (baixo), Rui Borges (flauta) e Vicky (percussões), Antonio Portanet apresenta um concerto de homenagem a Federico García Lorca, no 80.° aniversário do assassinato do poeta. O cantautor, nascido em Espanha e intimamente ligado ao Portugal de Abril e seus sons, de 1974 até hoje, traz-nos um trabalho especialmente concebido para a Festa de 2016, com convidados especiais, como Carlos Gutkin (guitarra) e Kent Queener (piano).

 

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Bezegol & Rude Bwoy Banda

Muitos travaram conhecimento com Bezegol nos inícios da década de 1990, quando na noite do Porto ele era «o DJ do rap». Com o virar do século, somou a voz ao ritmo do drum & bass, evidenciando o seu timbre singular. Arriscou e persistiu, entrando por sonoridades ainda pouco exploradas, e chamou o hip-hop, o reggae, a guitarra portuguesa para o underground e as «noites DNB». Nos últimos meses, tem mostrado prometedoras faixas do novo álbum «Prequela do 7», que está mesmo quase a sair.

 

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Calum Baird (Escócia)

O jovem cantautor de Edimburgo chega à Festa após um período bem preenchido, desde o primeiro EP, em Janeiro de 2014, e o primeiro álbum «No Right Turn», um ano depois. Pelas suas peças de folk-blues, que apresentou por toda a Escócia, mas também em Londres e Berlim, foi comparado a Bob Dylan. Foi distinguido como melhor actuação acústica a solo no AMiF (festival de música alternativa de Falkirk). Entrou no «best of» do The Listening Room e, também em Edinburgo, actuou já este ano no 1.º de Maio.

 

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Carlão com Sam the Kid e Sara Tavares

Durante 2015, Carlão pegou em «Quarenta», o primeiro trabalho a solo, e percorreu o País com DJ Glue, Bruno Ribeiro (voz), Nuno Espírito Santo (baixo) e Gil Pulido (teclas). Foram mais de cinquenta concertos em menos de seis meses. Em 2016, o espectáculo ficou ainda mais forte, com três novos temas do EP «Na Batalha», lançado em Março, um tema de DJ Glue e um medley surpresa – mas também um novo cenário. Para a Festa, Carlão convida Sara Tavares, Sam The Kid e os bailarinos que protagonizam o vídeo do tema «Os Tais».

 

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Charlie & the Boys (Irlanda)

Formada em 1989, a banda irlandesa Charlie & the Bhoys conta com um impressionante currículo de concertos em praticamente todos os países da Europa e também em África, Hong Kong, Singapura e Dubai. É visita regular nos EUA e no Canadá e está em constante digressão no Reino Unido e na Irlanda. No ano em que se comemora o centenário da Revolta da Páscoa que levou à independência da Irlanda, realizou uma primeira digressão pela América Latina e acabou de regressar de uma muito bem sucedida estadia na Austrália. Charlie & the Bhoys é conhecida pela sua escrita de canções célticas.

 

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Cristina Branco

Às raízes tradicionalistas do fado, Cristina Branco traz a sofisticação. A sua alternativa assenta no conhecimento profundo dos poetas e dos poemas, no requinte dos compositores e na excelência dos músicos. Na Festa, apresenta «Menina», álbum com saída prometida para os últimos meses de 2016, com novas abordagens, novos compositores e diferentes latitudes da música portuguesa, e que se anuncia universal e fiel às origens.

 

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Danças Ocultas

Danças Ocultas surgiu em 1989, da vontade de Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel de desenvolverem as aptidões da execução da concertina, afastando-a do folclore tradicional e fazendo para ela uma música nova: depois do primeiro disco, de 1996, veio um tempo aventuroso, menos ingénuo e com mais engenho, que resultou do convívio alargado, das progressões em palco, das primeiras viagens e colaborações. «Amplitude» é o seu mais recente trabalho, editado este ano.

 

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Diabo na Cruz

A conquista dos Portugal Festival Awards 2015 (melhor actuação ao vivo) pelos Diabo na Cruz custou uma tournée por 14 teatros nacionais e um longo Verão, com mais de 50 concertos em festivais e festas populares. A saga continuou em 2016. Depois dos álbuns «Virou!» (2009) e «Roque Popular» (2012), as 11 canções do trabalho que porta o nome da banda comprovaram o carinho dos fãs e ganharam públicos novos. «Diabo na Cruz» é o lugar onde hoje rasgam novos trilhos para o futuro.

 

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Dillaz

«Nascido no Zambujeiro, desenvolvido na Madorna. Dillaz para os ouvintes, Chapz para os do bairro, André para os chegados, filho para a minha mãe», assim se descreve o próprio. Com Vulto, Zeca & Spliff constitui os M75, mas a solo já se vai aventurado e com reconhecimento, diga-o Valete, com quem já dividiu o palco por duas vezes. Editou duas mixtapes, um EP e o recente «Reflexo» e actuou em vários festivais. Inspira-se em música de diferentes proveniências para, com filtros bem apurados, explodir hip-hop de inegável qualidade. Conta já com uma legião de fãs nas redes sociais.

 

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Duarte

«Sem dor nem piedade» é o novo trabalho de Duarte – autor, compositor e interprete (na voz e na guitarra), que tem no fado uma paixão antiga. O seu sentir, criado no Alentejo, é alimentado pelas histórias de vida com que contacta enquanto psicólogo e que veste, ora com novas composições, ora com fados tradicionais. Para Duarte, o respeito pelo legado do fado é essencial na construção de um objecto artístico único, que deve ser encarada como uma reabilitação arquitectónica. Com base na tradição, cria-se um trabalho artístico contemporâneo.

 

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Fast Eddie Nelson

Oriundo da cidade do Barreiro, Fast Eddie Nelson começou a escrever, gravar e editar música no início dos anos 90. Integrou projectos como Gasoline, The Sullens, Los Santeros, Big River Johnson e Fast Eddie & the Riverside Monkeys. No entanto, os seus últimos trabalhos foram editados em nome individual. Em Portugal e na Europa, em formato one man band ou com banda, tem apresentado um som que cruza o rock, o mississipi blues e o folk.

 

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Ferro Gaita (Cabo Verde)

Os Ferro Gaita, grupo fundado em 1996, descobriram na gaita, no ferro, na bateria e na viola baixo, novos caminhos para o funaná.

Em 1997, depois de terem participado no Festival Gambôa, esta formação gravou em Roterdão, Holanda, o seu primeiro CD, intitulado «Fundu baxu», que, nesse ano, foi o mais vendido em Cabo Verde e nas comunidades cabo-verdianas. Para dar continuidade musical ao grupo, os Ferro Gaita procederam à criação de uma escola de música tradicional, retirando, assim, crianças carenciadas da rua.

 

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Fumaça Preta (Venezuela)

Alex Figueira, produtor e percussionista luso-venezuelano, é o fundador dos Fumaça Preta. Em 2014 editam o seu álbum de estreia, «Fumaça Preta», com elementos tropicalistas, psicadélicos, fuzz funk, música concreta, acid house, electrónica radiofónica, além de numerosos ritmos afro, latinos e brasileiros. Ao vivo, a banda navega em terrenos musicais inexplicáveis e inusitados, mas nunca perde o seu sólido rock psicadélico e o voodoo groove que os guia.

No Avante!, a formação – que nos últimos meses tem realizado espectáculos em toda a Europa – vai também apresentar o seu último trabalho: «Impuros Fanáticos».

 

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Há Lobos sem ser na Serra
e
Crisitina Viana no desenho digital ao vivo

A Festa vai acolher o concerto «Há Lobos sem ser na Serra» - Cantares do Sul e da Utopia. Três músicos alentejanos (David Pereira, Bernardo Espinho e António Bexiga) juntam-se num espectáculo intimista, à volta das modas e canções que celebram a utopia e cantam este imenso território poético ao Sul do Tejo. O cante polifónico do Alentejo alia-se à viola campaniça, ora tocada de forma tradicional, ora com explorações sonoras que potenciam a descoberta de outras sonoridades e repertórios. A estes juntam-se também as percussões tradicionais, a guitarra, a melódica e o piano... e o desenho de ilustração da artista Cristina Viana.

 

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Jáfumega

Os Jáfumega protagonizaram um dos regressos mais surpreendentes dos últimos anos, depois de marcarem o rock português da década de 80. Em 2013, o grupo reuniu-se para concertos muitos especiais, nos coliseus do Porto e de Lisboa. De lá para cá, a banda tem continuado na estrada, actuando um pouco por todo o País, para os fãs de sempre e uma nova geração de ouvintes.

É com este fôlego que os Jáfumega se vão apresentar na Festa. Os arranjos, que destacam novas nuances nas canções de sempre, estão a cargo do maestro Carlos Azevedo.

 

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Juan Pinilla (Andaluzia)

O andaluz Juan Pinilla ganhou, em 2007, o concurso internacional Minas de La Unión, com o prémio Lámpara Mineira, considerado o mais importante no mundo do flamenco.

Já actuou no Japão, Brasil, Áustria, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, Irão, Sudão (onde levou o flamenco, pela primeira vez), Egipto, França, Itália, Croácia, entre outros países. Em 2013 foi convidado para a Feira Internacional do Livro de Havana, onde apresentou «Las voces que no callaron».

Juan Pinilla é também conhecido por ser um activista social, tendo participado em inúmeros protestos contra os despejos em Espanha, mas também em fóruns e debates. É um lutador pelos direitos humanos e dos trabalhadores.

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Katia Guerreiro

«Até ao fim» é o novo trabalho da fadista Katia Guerreiro, que será apresentado ao público da Festa do Avante!. Tiago Bettencourt assegurou a produção e direcção musical do projecto, um álbum de «emoções; emoções passadas, presentes e futuras».

Com 12 temas, o disco – pelo qual Katia Guerreiro esperou «até garantir que o sentia no seu todo», tendo ainda esperado também por todos «autores, compositores, músicos com quem queria fazer esta viagem» – conta com a participação de João Veiga, Pedro Castro, Luís Guerreiro e Francisco Gaspar, músicos que há muito acompanham Katia Guerreiro, mas também de Joel Pina, Pedro Jóia e André Ramos.

 

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Los de Abajo (México)

Oriundos da Cidade do México, a banda Los de Abajo funde os ritmos da América do Sul com o ska, rock e o punk. Em 1998, David Byrne, membro fundador dos Talking Heads, contratou, produziu e editou o seu primeiro álbum: «Los de Abajo», uma «rampa de lançamento» para as actuações que tiveram lugar na Europa, Canadá, EUA, Singapura, Japão, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Austrália. Com o seu segundo álbum, «Cybertropic Chilango Power», conquistaram o BBC Wordd Music Award. Na sua discografia constam ainda os trabalhos «Latin Ská Force», «LDA V The Lunatics», «Complete & Live», «Actitud Calle» e «Mariachi Beat»

 

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Marta Ren com Ana Moura

Marta Ren, fundadora dos Sloppy Joe, banda portuense que explorou os territórios jamaicanos (partindo do Ska, do Reggae e do Dub), regressa à Festa do Avante! depois da memorável actuação que ali protagonizou em 2015 já em nome próprio, acompanhada da sua banda. Considerada uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa, é ao soul e ao funk que entrega toda a sua paixão, em canções que lhe têm valido o reconhecimento internacional da imprensa especializada.

 

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Miss Lava

Constituído por Johnny Lee, voz, J. Garcia, bateria, K. Raffah, guitarras e R. Ferreira, baixo, os Miss Lava apresentam-se na Festa depois do seu terceiro álbum de originais - «Sonic Debris» -, lançado mundialmente pela norte-americana Small Stone em Maio. «Sonic Debris» revela-nos a exploração de novas paisagens sonoras, fruto de um processo criativo mais aberto e inclusivo. Mas é ao vivo que a banda se sente melhor, tendo já pisado grandes palcos nacionais e no Reino Unido, Alemanha e Espanha.

 

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Nuno Costa Quinteto

Nuno Costa, licenciado pela Berklee College of Music, após terminar o curso da escola do Hot Clube de Portugal, é já um nome conhecido do panorama jazzístico nacional. Os seus álbuns como líder – «Reticências entre Parênteses» (2009) e «All Must Go» (2012), ambos  editados pela Tone of a Pitch -, estabeleceram-no como «um interessante guitarrista e, acima de tudo, como um dos grandes compositores do nosso jazz». Nos seus trabalhos participam João Moreira, João Guimarães, Rita Maria, Óscar Graça, Bernardo Moreira, Demian Cabaud, Marcos Cavaleiro e André Sousa Machado. É com eles que desde 2007 se apresenta regularmente em quinteto e sexteto. À Festa do Avante! levará o seu mais recente trabalho, «Detox». 

 

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Orquestra de Jazz do Hot Club
– Tributo a Pinho Vargas

A Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal tem vindo desde 2011, a desenvolver um trabalho baseado em novos repertórios de compositores nacionais. Em 2014 foi desafiada para, em conjunto com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, levar a palco repertório de António Pinho Vargas. Para a ocasião foram feitos novos arranjos dos temas deste compositor por músicos da Orquestra, nomeadamente Tomás Pimentel, Luís Cunha, Óscar Graça e César Cardoso. Em 2015 apresentou-se no teatro S. Luiz com o repertório de António Pinho Vargas, que pretende editar em disco no final de 2016.

 

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Orquestra Plateria (Catalunha)

As origens da Orquesta Plateria remontam a 31 de Dezembro de 1974 quando é tomada a decisão de criar uma orquestra improvisada para uma actuação que devia ser única e irrepetível - o concerto de fim de ano na sala Zeleste da rua Plateria de Barcelona -, a partir de uma ideia dos canta-autores Jaume Jaume Sisa, Gato Pérez, e Albert Batiste.

Só que o impacte do concerto foi tal que gerou um pedido de actuações para todo o tipo de festas populares, acções reivindicativas e manifestações de índole diversa que converteu a Plateria, com o passar dos anos, num autêntico ícone de recuperação do espaço democrático da rua e da festa popular. Depois de 1979, ano em que conseguem o seu primeiro disco de ouro, atingem a consagração e passam a actuar em palcos de toda a Espanha.

 

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Pás de Problème

Simplifique-se, começando por dizer: os «Pás De Problème» são, também, os PÁS. E descrevem-se assim: «Um exótico speed-party de inspiração Arábó-Gypsy-Latinó-UntzaPerfurador: altamente influenciados pela improvisação do jazz mas com uma atitude traçada pelo delírio punk, pela força de querer ouvir bem alto, bem lá no fundo do peito, Real Padrada.» Fazem da música e das actuações ao vivo uma celebração eufórica que mistura géneros improváveis. Em 2016 editarão o já muito esperado disco de estreia.

 

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Peste & Sida

As actuações dos Peste & Sida na Festa do Avante! têm sido momentos marcantes para a banda, que ali se sentem em casa e entre amigos, como confidenciou João San Payo aos presentes na última vez que pisou o Palco 25 de Abril. E porque os 40 anos de edições de Festa Avante coincidem com os 30 anos de existência dos Peste & Sida, este ano há duas celebrações a assinalar! Acompanhados por cinco ilustres convidados que fizeram história na banda: João Pedro Almendra, o mítico primeiro vocalista, Fernando Raposo e Orlando Cohen, também eles baterista e guitarrista da formação original, e ainda Iolanda Batista e Suzie Peterson, as divertidas freiras do coro «Cotonetes», os Peste & Sida prometem mais uma vez rockar em grande porque como já todos sabemos – velhos são os trapos e não há festa como esta!

 

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Quinteto Lisboa

O «Quinteto Lisboa» é um projecto musical que nasce da cumplicidade entre João Monge e João Gil. Segundo os seus criadores, «não é um projecto de fado, mas o Quinteto jamais existiria se não houvesse fado».

Paulo de Carvalho e Maria Berasarte dão voz - e que vozes... - aos temas do Quinteto, ao qual se junta José Peixoto na guitarra clássica, Fernando Júdice no baixo acústico e João Gil na guitarra acústica.

É com esta formação de excelência que o Quinteto Lisboa promete dar uma alma nova ao fado, procurando manter vivo o melhor da canção de Portugal.

 

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Quarteto Ricardo Toscano

Com um percurso que se inicia nas bandas filarmónicas e prossegue, no que à formação diz respeito, na Escola Superior de Música, com uma breve passagem formativa pelo Hot Clube pelo meio, Ricardo Toscano é já uma lenda do jazz pelo domínio instrumental, qualidade e talento raros na sua idade. Faz-se acompanhar por Romeu Tristão, João Lopes Pereira e João Coelho.

 

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Rita & o Revólver

A cantiga é uma arma, mas com Rita & O Revólver também se dança. A banda que conta com Rita Cruz na voz, Rui Alves na bateria, Tiago Santos na guitarra, José Moz Carrapa no baixo, João Cardoso nas teclas e Hugo Menezes na percussão - todos músicos com nome firmado no panorama musical nacional –, faz dançar as palavras do antes e do agora, quer nos temas originais em português quer na interpretação de versões de Curtis Mayfield ou Marvin Gaye.

 

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Sam Alone & The Gravediggers

Com um enraizamento na folk norte-americana e nas canções de protesto clássicas, Poli Correia (Sam Alone), «armado» com a sua «working class rifle», uma velha guitarra áspera, e acompanhado pelos Gravediggers – um grupo de pessoas com pensamento similar e que partilham a mesma visão de tocar música orgânica, para o povo –, conta histórias sinceras sobre pessoas comuns, as lutas quotidianas e os heróis do dia-a-dia.

 

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Sérgio Godinho & Jorge Palma – Juntos

Ainda que ao longo das suas carreiras se tenham cruzado inúmeras vezes, Sérgio Godinho e Jorge Palma reunem-se para um espectáculo especial concebido em conjunto. Junta-os a música, a estrada, os palcos, o público e a vontade de escrever, cada um a seu jeito, cada um com tanto jeito, a liberdade.

Pedro Vidal (guitarra eléctrica, guitarra acústica, banjo, cavaquinho, pedal steel guitar), Nuno Rafael (guitarra eléctrica, guitarra acústica, banjo, lap steel guitar, percussões), João Correia (bateria), Sérgio Nascimento (bateria e percussão), João Cardoso (teclado) e Nuno Lucas (baixo e percussão) acompanham aqueles nomes maiores da música portuguesa.

 

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They Must Be Crazy

Grupo de músicos com grande paixão pela música e fascinados pelo afrobeat e pela cultura musical africana em geral, They Must Be Crazy assumem-se como um projecto de tributo a àquele estilo. Nos They Must Be Crazy, convergem músicos com experiências muito diversificadas, como Tabanka Djaz, Kumpania Algazarra, Farra Fanfarra, Voodoo Marmelade, Muri Muri, Katharsis, Pás de Problème, Gapura, entre outros. No espectáculo que levam à Festa incluem-se temas que farão parte do álbum a editar ainda este ano.

 

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Dany Silva, Nancy Vieira, Manecas Costa,
Costa Neto, Jerson Marta e Tonecas

Um espectáculo único que reúne no mesmo palco músicos de todos os países africanos de língua oficial portuguesa, Onda de Sons Lusófonos (é assim que se denomina) promete boa música, muita animação, alegria e interação com o público.

 

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Treacherous Orchestra (Escócia)

Com músicos oriundos de toda a Escócia, a Treacherous Orchestra distingue-se quer pela firmeza das raízes quer pela fusão das vertentes da cultura musical das «terras altas». Composta por músicos experientes, com um já longo e profícuo percurso e reconhecidos internacionalmente, Treacherous Orchestra é fiel herdeira da tradição musical escocesa propagada por bandas como Martyn Bennett Cuilinn Music, Wolfstone, Peatbog Faeries, Shooglenifty ou Salsa Celtica.

 

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UHF

Com o lançamento, no final do ano passado, de um duplo CD com «O Melhor de 300 canções», a sua primeira colectânea global que reúne 35 clássicos e dois originais, os UHF revisitam 28 anos de uma carreira recheada de êxitos. Fundadora do rock português com mais de 1700 concertos em Portugal e no estrangeiro, e com mais de um milhão de álbuns vendidos, a banda de António Manuel Ribeiro (voz), António Côrte-Real (guitarra), Luís «Cebola» Simões (baixo) e Ivan Cristiano (bateria) nunca defraudam os fãs.

 

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Xutos & Pontapés    

Na festa da 40.ª Festa do Avante! não podiam faltar os Xutos & Pontapés, uma das mais importantes bandas nacionais, que habituou o público da Festa a memoráveis actuações. Autores de hinos que atravessam gerações, os Xutos contam já com quase tantos anos quantos tem a Festa do Avante!, sempre combativos, criativos e genuínos. A esta edição da Festa Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui trazem um espectáculo concebido especialmente para uma festa também ela especial.

 



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