Solistas

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Ana Paula Russo (soprano) 

Nasceu em Beja em 1959. Completou o Curso Superior de Canto do Conservatório Nacional e licenciou-se em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa. Estudou em Salzburg e Luzern com Elisabeth Grümmer e H. Diez. Trabalhou ainda com Gino Becchi, C. Thiolass, Regine Resnick e Marimi del Pozo.

Como solista, tem actuado em inúmeros concertos de «Lied», ópera e oratória, quer no nosso país, quer no estrangeiro. Destacam-se, nomeadamente, trabalhos para a Fundação Gulbenkian, RTP, RDP, Europália-91 (em Bruxelas), espectáculos no âmbito de Lisboa' 94 — Capital da Cultura e a participação nos festivais de música dos Capuchos, Leiria, Estoril, Algarve, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz e no Festival Internacional de Macau. Em 1988 obteve o 1.º prémio de Canto no Concurso da Juventude Musical Portuguesa e no Concurso Olga Violante; no mesmo ano, em Barcelona, foi finalista no Concurso Francisco Viñas. Em 1990 foi laureada nos concursos internacionais de Oviedo e Luísa Todi.

Em Abril de 1998 integrou o elenco que fez a estreia mundial da ópera «Os Dias Levantados», de António Pinho Vargas. Foi escolhida para desempenhar um dos papéis principais da ópera «Corvo Branco», de Philip Glass, levada à cena na Expo’ 98 e no Teatro Real de Madrid e, em Julho de 2001, no New York State Theatre (Lincoln Center - Nova Iorque). Foi colaboradora do programa o «Despertar dos Músicos», «Acordar a Dois», «Amanhecer» e «Noite de Ópera» da Antena 2.

Como autora foi responsável pelo programa «Cantabile» e actualmente pelo «EmCanto». Na sua actividade docente, orientou a classe de Canto na Juventude Musical Portuguesa e na Escola de Música de Linda-a-Velha. Em 1994 orientou um Curso de Canto na Escola de Música de Santarém. Exerce, presentemente, funções de professora de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa. Actuou em Galas de Ópera na Festa do Avante!

 
 

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António Rosado (pianista)

António Rosado é um intérprete que domina o que faz. Tem tanto de emoção e de poesia como de cor e de bom gosto (in revista francesa Diapason). António Rosado tem uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente, corolário do seu talento e do gosto pela diversidade, expressos num extenso repertório pianístico que integra obras de compositores tão diferentes como Georges Gershwin, Aaron Copland, Albéniz ou Liszt. Esta versatilidade permitiu-lhe apresentar, pela primeira vez em Portugal, destacadas obras como as Sonatas de Enescu ou paráfrases de Liszt, sendo o primeiro pianista português a realizar as integrais dos Prelúdios e também dos Estudos de Claude Debussy. No registo dos recitais pode incluir-se também a interpretação da integral das sonatas de Mozart.

Actuou em palco, pela primeira vez, aos quatro anos de idade. Os estudos musicais iniciados com o pai tiveram continuidade no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, onde terminou o curso Superior de Piano, com vinte valores. Aos 16 anos parte para Paris, e aí vem a ser discípulo de Aldo Ciccolini no Conservatório Superior de Música e nos cursos de aperfeiçoamento em Siena e Biella (Itália).

Em 1980, estreou-se em concerto com a Orchestre National de Toulouse, sob a direcção de Michel Plasson e desde essa data tem tocado com inúmeras orquestras internacionais e notáveis maestros como: Georg Alexander Albrecht, Moshe Atzmon, Franco Caracciolo, Pierre Dervaux, Arthur Fagen, Léon Fleischer, Silva Pereira, Claudio Scimone, David Stahl, Marc Tardue e Ronald Zollman.

Também na música de câmara tem actuado com prestigiados músicos como Aldo Ciccolini, Maurice Gendron, Margarita Zimermann, Gerardo Ribeiro ou Paulo Gaio Lima, com o qual apresentou a integral da obra de Beethoven para violoncelo e piano.

Laureado pela Academia Internacional Maurice Ravel e pela Academia Internacional Perosi, António Rosado foi distinguido pelo Concurso Internacional Vianna da Motta e pelo Concurso Internacional Alfredo Casella de Nápoles. Estes prémios constituem o reconhecimento internacional do seu virtuosismo e o impulso para uma brilhante carreira, com a realização de recitais e concertos por todo o Mundo, e a participação em diversos festivais. Na década de 90, foi o pianista escolhido pela TF1 para a gravação e transmissão de três programas – música espanhola e portuguesa, Liszt e, por fim, um recital preenchido com Beethoven, Prokofiev, Wagner-Liszt.

Em 2007, a França nomeou-o Chevalier des Arts et des Lettres.  Participou várias vezes como solista na Festa do Avante!

 

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Cátia Moreso (mezzo-soprano)

Cátia Moreso estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama (Curso de Ópera), em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre. Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Lionel Anthony Charitable Trust, estudou no National Opera Studio com Susan Waters. Venceu o 2.º Concurso de Canto da Fundação Rotária Portuguesa e recebeu também o Prémio Bocage no Concurso Luísa Todi e o 1.º Prémio no Concurso de Canto José Augusto Alegria.

O seu repertório de ópera inclui, entre outros, os seguintes papéis: Santuzza em Cavalleria Rusticana de Mascagni (Woodhouse, Londres) Eboli em Don Carlo de Verdi e La cieca em La Gioconda de Ponchielli (Valladolid, Espanha), Giano em Il Trionfo d’Amore, Dianora e Elisa em La Spinalba de F. A. de Almeida; Hanna Wilson/Tracy, em The Losers de Richard Wargo, 3.ª Dama, em A Flauta Mágica (Festival de Wexford); 2.ª Bruxa e Espírito, em Dido e Eneias; Giovanna, em Rigoletto; Baronesa, em Chérubin de Massenet; Elisa e Dianora em La Spinalba de F. A. de Almeida; Madame de Croissy e cover de Mère Jeanne, em Dialogues des Carmélites; Zanetto, na ópera homónima de Mascagni (Opera Holland Park), Carmella, em La vida breve de Falla (Festival de Tanglewood); Marcellina, em Le Nozze di Figaro e Carmen (Woodhouse, Londres). Cantou em concerto, como solista, obras de Vivaldi (Gloria e Magnificat), Pergolesi (Stabat Mater e Magnificat), Rossini (Stabat Mater e Petite messe solennelle), Bruckner (Te Deum e Missa n.º 3) bem como o Magnificat e Oratorio de Natal de Bach, a Missa de Nelson de J. Haydn e os Requiem de Mozart, Duruflé, Verdi (Clonter Opera, Londres). Oratorio de Natal e de Páscoa de Bach.

No domínio da música contemporânea, cantou as Folksongs de L. Berio, Aventures de G. Ligeti e foi solista na estreia de Cicero Dixit de C. Bochmann. Futuros trabalhos incluem, Mezzo em Lady Sarashina de Peter Eötvos com a Orquestra Metropolitana, Messias de Handel em Valladolid, Marcellina em Le Nozze di Figaro com a Fundação Calouste Gulbenkian, Madalena em Rigoletto com a Orquestra do Norte.

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Filipe Melo (pianista)

Estudou no Hot Clube de Portugal e no Berklee College of Music, em Boston, e foi pianista da Big Band dessa universidade. Foi vencedor do prémio Villas-Boas da Câmara de Cascais, do «Outstanding Musicianship Award» da Berklee e do prémio revelação do site JazzPortugal.

Predominantemente ligado ao jazz, trabalhou com músicos como Benny Golson, Seamus Blake, John Ellis, Peter Bernstein, Omer Avital, Donald Harrison Jr., Jesse Davis, Sheila Jordan, Paulinho Braga, Swingle Singers, Martin Taylor, Perico Sambeat, Herb Geller, Orquestra de Jazz do Hotclube, Orquestra Metropolitana, Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre muitos outros. Também trabalha como compositor e arranjador com músicos como The Legendary Tigerman, António Zambujo, Old Jerusalem, Carlos do Carmo, GNR, Camané, David Fonseca, Marta Hugon, Sérgio Carolino e Carmen Souza.

Conta com mais de 20 discos gravado como «sideman» e fez bandas-sonoras para mais de 10 peças de teatro. Enquanto músico de Jazz, tocou nalguns dos mais importantes festivais e clubes de jazz do mundo: Red Sea Jazz Festival, Luanda Jazz Festival, Duc des Lombards, Cairo Jazz Festival, etc. Em 2011, vence o Festival de Jazz de Bucareste e o prémio Carlos Paredes com o grupo do contrabaixista André Carvalho.

Recentemente, foi um dos directores musicais do espectáculo «Deixem o Pimba em Paz», com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, que contou com a participação da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

É também realizador de cinema e argumentista de Banda Desenhada. Venceu o Fantasporto em 2004 e o Méliès d´Or na Finlândia, e actualmente edita pela Tinta-da-China em Portugal e pela Dark Horse Comics nos EUA.
 Os seus livros de banda desenhada contam com prefácios dos lendários realizadores John Landis, George A. Romero e Tobe Hooper, e estão editados em vários países.

Actualmente, é professor na Escola Superior de Música de Lisboa.

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José Corvelo (barítono)

É licenciado pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo onde integrou a classe do Professor José de Oliveira Lopes. Foi-lhe atribuído o prémio Eng. António de Almeida pela Fundação com o mesmo nome, que distingue os melhores alunos finalistas das universidades portuenses.

Participou em «masterclasses» com Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Rudolf Knoll, Lamara Tchekónia, Liliana Bizineche, Enza Ferrari, Jorge Vaz de Carvalho, Francisco Lázaro, Ambra Vespasiani, Ettore Nova e Daniel Muñoz. Foi solista nas principais obras coral-sinfónicas e em inumeras óperas tendo interpretado vários papeís principais como: Figaro e Conde (Le Nozze di Figaro) Leporello (Don Giovanni), Escamillo (Carmen) e D.Bartolo (Il barbiere di Siviglia), Alfio (Cavalleria Rusticana), Tonio (Pagliacci), Sharpless (Madama Butterfly), Dulcamara (L’Elisir d’amore), Smirnov (The Bear) entre muitos outros.

Tem participado em diversas estreias mundiais de várias óperas, nomeadamente «A Floresta» de E. Carrapatoso, numa co-produção Teatro Nacional de São Carlos/Teatro São Luiz e «Banksters» de Nuno Corte-Real, numa produção do TNSC. Gravou em DVD, para a Casa da Música, com a Orquestra Nacional do Porto, a obra «O lobo Diogo e o mosquito Valentim» de E. Carrapatoso.

Apresentou-se recitais com os pianistas João Valle, Melissa Fontoura, Gustaaf van Manen, Luís Miguel Magalhães, Joana David, João Queirós e Carla Seixas, com o gutarrista Artur Caldeira e com o acordeonista Pedro Santos. Trabalhou com os encenadores Mietta Corli, Tim Coleman, Joseph Franconi Lee, Ítalo Nunziata, Luca Veggetti, Norma Graça-Silvestre, Paulo Matos, Carlos Avilez, Jorge Rodrigues, Américo Rodrigues, António Pires, Tito Celestino da Costa, Mário Moutinho, Inês Vicente, João Paulo Seara Cardoso, Maria Emília Correia, Orlando Arrocha, Christian von Götz, Carla Lopes, José Lourenço, Pedro Ribeiro, Andrea Lupi, Stuart Hopps, Francesco Bondi, Giulio Ciabatti, Jorge Vaz de Carvalho, Nuno M. Cardoso, João Botelho, Nuno Carinhas, Luís Miguel Cintra e João Lourenço

Foi dirigido pelos maestros Osvaldo Ferreira, Paulo Martins, Ferreira Lobo, Rafael Montes Gómez, Jaroslav Mikus, Filipe Sá, Vítor Matos, Paulo Silva, Felipe Nabuco-Silvestre, A. Vidal, Silvio Cortez, António Sérgio Ferreira, Manuel Ivo Cruz, Gunther Arglebe, Virgílio Caseiro, Rui Massena, António V. Lourenço, Christopher Bochmann, J. Reynolds, Leonardo de Barros, Félix Carrasco, Marco Belluzi, Stephen Darlington, António Carrilho, César Viana, Cesário Costa, Roberto Pérez, João Paulo Santos, Emílio de César, Enrico Dovico, Gregor Bühl, Marko Letonja, Zsolt Hamar, Nicola Giusti, Martin André, Nikša Bareza, Roberto Manfredini, Lawrence Renes, Giovanni Andreoli, Reynald Giovaninetti, Johannes Willig e Marc Tardue, entre outros.

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Marco Alves dos Santos (tenor)

Licenciado em canto pela Guildhall School of Music & Drama, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, Marco Alves dos Santos iniciou a sua carreira como solista profissional em 2003, nos «Jeunes Voix du Rhin» (Opéra National du Rhin-França), onde deu vida, entre outras, às personagem de Tamino (Zauberflöte) e Mr. Owen (Postcard from Morocco), de D. Argento. Papéis posteriores incluem Tristan em «Le Vin Herbé» de F. Martin (Teatro Aberto), Leandro em «La Spinalba» (Casa da Musica), Orphée em «La descente d’Orphée aux Enfers» (Festivais de Vigo e de Óbidos), Cavaliere em «La Donna di Genio» de M. Portugal (Faro), e Ernesto em «Don Pasquale» (Orquestra do Norte).

Fez também parte do elenco de «Evil Machines», de T. Jones/L. Tinoco (São Luiz), foi Anthony em «Sweeney Todd» (D. Maria II/Teatro Aberto, dir. J.P.Santos) e Nathanael em «Les Contes d’Hoffmann» para o Teatro Nacional de S. Carlos, tendo ainda participado em concertos e recitais em Portugal, França, Itália e Reino Unido. Do repertório sinfónico destacam-se concertos com a Orquestra Gulbenkian, Remix Ensemble, Orquestra Metropolitana de Lisboa, OSP, Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra do Norte, Orquestra Sinfónica Juvenil, Divino Sospiro e MPMP, tendo actuado na Gulbenkian, CCB, Casa da Música, Coliseu do Porto, entre outras salas.

Entre 2009 e 2015, assumiu papéis em obras como «Rigoletto», «Bella Dormente nel Bosco», «Hansel & Gretel», «Cosí fan Tutte», «Zauberflöte», «Carmen», «La Rondine», «La Traviata», «Rigoletto», «La Princesse Jaune», «The Wandering Scholar», «Candide», «Armida», «Macbeth» ou «Madame Butterfly». Compromissos em 2016/17 incluem o papel de Comte Barigoulle em «Cendrillon», Acis em «Acis & Galatea», a «9.ª Sinfonia» e a «Fantasia Coral» de Beethoven, o «Te Deum» de Charpentier, Pastor em «Oedipus Rex» e C. Almaviva no «Barbiere di Seviglia», bem como concertos e recitais no Festival de Sintra, Cistermúsica, Fábrica das Palavras e Fundação Gulbenkian.


Maestros

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Vasco Pearce de Azevedo

Vasco Pearce de Azevedo é, desde 1995, maestro titular e director musical da Orquestra Sinfonietta de Lisboa, com a qual tem realizado estreias absolutas de obras de compositores como Eurico Carrapatoso, Sérgio Azevedo, Carlos Fernandes, Ivan Moody, entre outros. Na qualidade de maestro convidado, tem dirigido as orquestras Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa, Clássica do Porto, Filarmonia das Beiras e Sinfónica Juvenil. Colabora regularmente com a Companhia Nacional de Bailado como maestro convidado. Ganhou diversos prémios e menções honrosas nacionais e internacionais.

Iniciou aos quatro anos os seus estudos musicais, na Academia dos Amadores de Música. O interesse pela direcção data de 1981 e da sua entrada para o Coro da Universidade de Lisboa, onde desempenhou as funções de ensaiador de naipe. Frequentou vários cursos de direcção de orquestra e de direcção coral em Portugal, Espanha, França e Bélgica, tendo trabalhado com Jean-Sébastien Béreau, Ernst Schelle, Jenö Rehak e Octav Calleya (direcção de orquestra) e ainda com Erwin List, Josep Prats, Edgar Saramago e José Robert (direcção coral). Estudou no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde obteve em 1989 o Bacharelato em Composição. Foi assistente de várias cadeiras do Curso de Composição na ESML e professor de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório Nacional, de Análise e Orquestração na Academia Superior de Orquestra e de Direcção Coral, Coro, Técnicas de Composição, Análise Musical e Harmonia na ESML. Já participou como maestro da Orquestra Sinfonietta de Lisboa em inúmeras edições da Festa do Avante!

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Jorge Carvalho Alves

Maestro titular desde 1987. Fez os seus estudos de Direcção Coral no Instituto Gregoriano de Lisboa na Escola Superior de Música de Lisboa. Frequentou diversos cursos de Direcção Coral e Técnica Vocal em Portugal e no estrangeiro, tendo trabalhado com José Robert, Edgar Saramago, Lazlo Heltay, Fernando Eldoro, Anton de Beer, Erwin List, Luís Madureira e Jill Feldmann.

Como cantor, foi reforço do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos entre 1984 e 1988 e membro do Coro da Fundação Calouste Gulbenkian de 1988 a  2001 e faz parte do quarteto vocal masculino Tetvocal desde 1998.
Iniciou a sua carreira como Director Coral com o Coro de Câmara Syntagma Musicum, grupo que fundou em 1985 e com o qual obteve o primeiro prémio no concurso «Novos Valores da Cultura – Música Coral», em 1988, atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura. A sua actividade como Director Coral decorre há mais de 20 anos e abrange grupos de todo o continente e ilhas entre os quais se destacam: o Coro de Câmara Syntagma Musicum (1985/1997), Maestro Titular do Coro Sinfónico Lisboa Cantat (desde 1986), Coro de Câmara Lisboa Cantat (desde  2006), Grupo Coral de Lagos (1992/1996), Coro da Universidade Católica de Lisboa (1996/2002), Coro da Universidade Técnica de Lisboa (desde 1998), Coro do Teatro Nacional de S. Carlos (2001/2004) Maestro Assistente, Coral Luísa Todi (desde 2004) e Maestro convidado do Coro Vox Cordis de Ponta Delgada desde 2006.
Gravou para a RDP, RTP e SIC  diversos programas musicais.
Discografia: «Música Coral do séc.XX», (1989); «Os melhores coros da Região de Lisboa n.º 12» (95/participação) c/ CC Syntagma Musicum; «Os melhores coros da Região de Lisboa n.º 12» (95/participação); «Compositores Portugueses XX-XXI» (2007). c/ Coros da Associação Musical Lisboa Cantat; «Tributo a S. M. Rei da Tailândia» (2003); «Os dias alevantados», de António Pinho Vargas (2003) c/TNSC, responsável pela montagem da parte coral; «Lado A» (2005) c/Tetvocal.
Orientou o II Seminário Internacional de Canto Coral Vox Aurea, em Madrid (1996), destinado a directores corais. Leccionou as disciplinas de Coro e Formação Musical no Conservatórios Regional da Covilhã e na Escola Profissional de Música de Évora bem como em diversos estabelecimentos de ensino.







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