“A decisão de excluir os nossos atletas paralímpicos é desprovida de qualquer justiça, moralidade e humanidade.”

(Vladimir Putin,
Lusa, 25.8.16)

 

“[A recapitalização da Caixa Geral de Depósitos] não atinge défice nenhum.”

(António Costa,
Ibidem)

 

“Como (…) não conta para o défice nenhuma entrada pública [de capital], para este ano, quer dizer que temos aqui uma oportunidade única para reforçar a Caixa [Geral de Depósitos], sem o défice sofrer.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
Ibidem)

 

“Hoje, começa o dia da vergonha nacional, o dia em que os senadores começam a rasgar a Constituição do país e o dia em que eles começam a debater a punição de uma mulher [Dilma Rousseff] inocente, cujo único crime que cometeu foi justamente o de ser honesta.”

(Lula da Silva,
Brasil 247, 25.8.16)

 

“Os últimos 30 anos têm ajudado a transformar o Partido Republicano [EUA] num albergue espanhol de vários tipos de conservadorismo.”

(António Nogueira Leite,
Público, 27.8.16)

 

“Formar governo é mais sonho do que realidade.”

(Mariano Rajoy,
Diário de Notícias, 28.8.16)

 

“Hoje, na maioria dos países europeus, a vontade de mais integração é mais ou menos nula.”

(Teresa de Sousa,
Público, 28.8.16)

“[Marcelo Rebelo de Sousa] Usa a popularidade para reforçar o seu poder de intervenção. Os poderes formais do Presidente são os mesmos, mas o poder real é muito maior.”

(Marques Mendes,
SIC, 28.8.16)

 

“É o Presidente mais interventivo de sempre.”

(Idem, ibidem)

 

“Diante das acusações que contra mim são dirigidas, não posso deixar de sentir novamente o gosto amargo da injustiça e do arbítrio. Mas como no passado, resisto. Não esperem de mim o obsequioso silêncio dos covardes.”

(Dilma Rousseff,
Portal Vermelho, 29.8.16)

 

“Não luto pelo meu mandato por vaidade ou por apego ao poder... Luto pela democracia, pela verdade e pela justiça.”

(Idem, ibidem)